Máquinas Virtuais do Azure: planejamento, implantação, gerenciamento, disponibilidade e backup
Converta o inventário de servidores locais em um projeto seguro de VMs, escolha computação e discos, automatize a implantação, aumente a disponibilidade e proteja as cargas com recuperação e backup.
Tempo de estudo sugerido: 100 minutos • Nível intermediário • Reescrita autoral baseada no módulo fornecido do Microsoft Learn e corrigida pela documentação vigente de Máquinas Virtuais do Azure
Por João Ricardo Dutra••Conteúdo autoral completo
1. Migre servidores heterogêneos uma carga por vez
Uma empresa de pesquisa médica executa servidores web, bancos de dados e análises em locais com hardware antigo. As configurações Windows e Linux são incomuns, há pouca equipe em cada unidade e a demanda cresce. Trocar todos os servidores preservaria o mesmo problema operacional. do permite uma transição incremental para : migrar e testar um servidor de cada vez, mantendo controle sobre o sistema operacional convidado e o software instalado.
O objetivo não é apenas selecionar Criar. Você deve transformar o ambiente atual em decisões de rede, nomes, região, tamanho, discos, imagens, segurança, disponibilidade, automação, recuperação de desastres e backup. O opera o host físico; sua equipe continua responsável por configurar, corrigir, proteger, monitorar e dar suporte ao convidado.
O ciclo da VM começa com evidências da carga e termina com recuperação testada, não com a implantação.
2. Enxergue a VM como um grafo de recursos
Um recurso do é um item gerenciável. Uma VM útil normalmente depende de vários recursos que o pode criar ou que você pode reutilizar. Nomes, ciclo de vida, permissões, bloqueios, marcas e custo se aplicam ao grafo inteiro, não apenas ao objeto de computação.
Recursos centrais de uma implantação de VM .
Recurso
Finalidade
Pergunta de projeto
Máquina virtual
CPU, memória, firmware, sistema convidado, extensões e identidade.
Qual carga, tipo de segurança, opção de disponibilidade e modelo operacional?
Discos de SO e dados
Volume de inicialização persistente e dados da aplicação gerenciados à parte.
Qual capacidade, desempenho, , criptografia e recuperação?
Disco temporário local
, arquivo de paginação, swap, ou dados descartáveis no host.
Todo byte pode ser perdido em realocação, desalocação ou troca de host?
Rede virtual e sub-rede
Espaço privado e limite de roteamento.
Como a VM alcança aplicações, serviços do , rede local e administradores?
Interface de rede
Conecta configurações e regras de à VM.
Quantas NICs e configurações o tamanho escolhido admite?
privado ou público
Comunicação privada e, apenas quando justificado, alcance pela Internet.
,, ExpressRoute ou balanceador pode eliminar o público da VM?
Filtragem com estado para tráfego de entrada e saída.
Quais origens, destinos, portas e protocolos mínimos são necessários?
Quando o gera dependências, costuma derivar os nomes do nome da VM. A consistência simplifica inventário e resposta a incidentes. Agrupe recursos apenas quando compartilharem ciclo de vida e fronteira de acesso; excluir um grupo de recursos remove tudo que estiver nele.
A VM ocupa o centro de dependências com custos e modos de falha próprios.
3. Projete a rede antes da máquina
Comece pelos fluxos: pares, destinos, protocolos, portas, , dependências de saída e caminhos administrativos. Uma oferece conectividade privada entre VMs e serviços compatíveis. O acesso externo depende de rotas e controles de segurança; por outro lado, sub-redes não formam sozinhas uma fronteira de segurança.
Escolha espaços de endereços sem sobreposição para cada rede virtual conectada e para a rede local. Faixas 1918, como 10.0.0.0/8, 172.16.0.0/12 e 192.168.0.0/16, são comuns, mas a coordenação é o fator decisivo.
Divida o espaço em sub-redes por função, confiança, roteamento ou operação. O módulo exemplifica intervalos distintos para VMs, back-end e VMs do SQL Server.
O reserva os quatro primeiros e o último endereço de cada sub-rede. Considere essas cinco posições e o crescimento futuro.
Aplique à sub-rede e/ou NIC. As regras efetivas combinam os dois escopos; permita somente o necessário e lembre-se das regras padrão.
Alterar o plano de endereçamento depois da implantação é disruptivo. Alinhe-o com a equipe de rede antes de conectar VNets ou a rede corporativa.
Endereçamento, roteamento, e acesso condicionam todas as VMs posteriores.
4. Inventarie a carga, escolha nomes e defina a região
Para cada servidor, registre SO e versão, software, armazenamento usado e crescimento, classificação e residência dos dados, CPU, memória, E/S de disco, fluxos de rede, picos, dependências, RTO e RPO. Essas evidências evitam subdimensionamento e desperdício.
Uma convenção de nomes pode codificar significado operacional estável.
Elemento
Exemplos
Utilidade
Ambiente
dev, test, qa, prod
Separa ciclo de vida e risco.
Região
eus, weu, brs
Localiza sem abrir o recurso.
Carga ou serviço
research, portal, billing
Associa a infraestrutura ao responsável e à finalidade.
Função
web, , sql, msg
Distingue as camadas.
Instância
01, 02
Torna recursos repetidos únicos.
prod-eus-research-web-01 comunica mais que server1. O nome do computador convidado tem limites diferentes: no módulo, até 64 caracteres para Linux e 15 para Windows. Renomear depois não substitui uma convenção consistente.
Escolha uma região próxima aos usuários e dependências, respeitando residência, conformidade, disponibilidade de serviços, capacidade, recuperação de desastre e custo. Famílias de hardware e recursos variam por região; ter cota aprovada não garante capacidade em determinada região ou zona.
5. Associe o tamanho ao comportamento da carga
Famílias de carga apresentadas no módulo.
Família
Perfil
Cargas típicas
Uso geral
CPU e memória equilibradas.
Desenvolvimento, teste, bancos pequenos ou médios e servidores web de tráfego baixo ou médio.
Otimizada para computação
Alta relação CPU/memória.
Dispositivos de rede, lotes, servidores de aplicação e web com tráfego médio.
Otimizada para memória
Alta relação memória/CPU.
Bancos relacionais, grandes e análise em memória.
Otimizada para armazenamento
Alta taxa e IOPS de disco local.
Big data, SQL/ e bancos transacionais.
GPU
Um ou mais aceleradores.
Renderização, vídeo, treinamento e inferência de modelos.
Computação de alto desempenho
CPUs rápidas e rede de alta taxa/RDMA opcional.
Computação científica e engenharia fortemente acoplada.
O tamanho determina vCPUs, memória, limites de disco e rede, quantidade de NICs, aceleradores e preço. Meça o servidor atual e inclua picos. Um disco rápido continua limitado pelo teto de IOPS e taxa da VM; compute e armazenamento precisam ser dimensionados juntos.
Redimensione quando a demanda mudar. Uma VM em execução só pode adotar tamanhos disponíveis no atual e normalmente reinicia. Desalocar libera o host e mostra os tamanhos disponíveis na região, mas cria indisponibilidade e pode alterar público dinâmico ou o disco temporário. Planeje janela e reversão em produção.
Escolha a família pelo gargalo medido e valide os limites do SKU na região.
6. Separe custos de computação, armazenamento, rede e licença
O preço de uma VM não é um valor único. Computação depende de tamanho, SO, região e tempo; discos são cobrados separadamente; público, saída de dados, backup, monitoramento e outros serviços podem acrescentar custo. e não possuem tarifa horária direta, mas os serviços conectados e o tráfego podem ter.
Estados operacionais e compromissos.
Decisão
Efeito
Parada, mas alocada
O convidado está desligado, porém a alocação permanece e a cobrança de computação continua.
Parada e desalocada
O host é liberado e a cobrança de computação cessa; discos persistentes e recursos mantidos continuam cobrados.
Pagamento conforme o uso
Sem compromisso longo; adequado a uso variável, curto ou incerto.
Reservas / planos de economia
Compromisso pode reduzir computação previsível; valide escopo, flexibilidade e utilização.
Benefício Híbrido do
Licenças elegíveis de Windows Server ou assinaturas Linux podem reduzir o custo.
Spot do
Capacidade ociosa com desconto, sujeita a remoção; apenas para trabalho interrompível.
O export cita Instâncias de Reservadas com economia histórica de até 72%. Produtos e descontos mudam; use a calculadora vigente. O desligamento automático ajuda em dev/test, mas confirme se desaloca e lembre-se de que os discos continuam cobrados.
Desalocar remove computação, não o custo dos discos e serviços retidos.
7. Mantenha dados persistentes em discos gerenciados
Toda VM tem disco de SO e pode ter um disco temporário local; dados da aplicação devem ficar em discos de dados gerenciados. Separá-los permite desanexar de uma VM com falha, anexar a outra, ajustar desempenho e aplicar recuperação sem acoplar tudo à imagem. O tamanho limita a quantidade de discos; o módulo usa cerca de dois por vCPU como atalho, mas a documentação do SKU é a fonte definitiva.
Cinco tipos atuais de disco gerenciado.
Disco
Melhor uso
Limites atuais e restrições principais
Bancos e transações com E/S extrema, como SAP HANA, SQL ou Oracle.
Até 64 TiB, 400.000 IOPS e 10.000 MB/s; somente disco de dados.
SSD Premium v2
Produção que exige capacidade, IOPS e taxa ajustáveis de forma independente.
Até 64 TiB, 80.000 IOPS e 2.000 MB/s; disponibilidade geral, somente dados.
SSD Premium
Produção sensível a desempenho e discos de SO compatíveis.
Até 32.767 GiB, 20.000 IOPS provisionadas e 900 MB/s, com opções de intermitência.
SSD Standard
Web, aplicações leves e dev/test.
Até 32.767 GiB, 6.000 IOPS e 750 MB/s.
HDD Standard
Dados sequenciais, raros, não críticos ou backup.
Até 32.767 GiB, até 3.000 IOPS com Performance Plus e 500 MB/s; uso como disco de SO será desativado em 8/9/2028.
O módulo fornecido chama SSD Premium v2 de e traz limites antigos de Ultra e v2. Essas informações estão obsoletas. Valide região, compatibilidade da VM, , setor, redundância e suporte a disco de SO antes de implantar.
Primeiro decida a persistência; depois equilibre desempenho e preço.
8. Escolha a imagem e controle a deriva
O oferece imagens-base Windows e Linux. Uma imagem do Marketplace pode reunir SO e pilha preparada; uma imagem personalizada captura a configuração da organização. Licenças incluídas podem afetar a tarifa de computação.
Galeria de Computação do armazena, versiona e replica imagens personalizadas para criar VMs consistentes em dev, teste e produção. Trate a imagem como artefato: examine vulnerabilidades, corrija, registre publicador/oferta/SKU ou definição/versão, teste a promoção e retire versões inseguras. Em VMs de Geração 2 novas, avalie Inicialização Confiável, Inicialização Segura e vTPM.
9. Use o exercício do portal como roteiro de decisões
O exercício opcional implanta uma VM Ubuntu Server 24.04 LTS Gen2 em um grupo de recursos existente ou dedicado. O exemplo usa segurança Standard, x64, Standard_D2s_v3, sem Spot, autenticação por chave pública SSH e entrada SSH na porta 22. SKUs e rótulos podem variar por assinatura e região.
No , abra Criar um recurso, selecione Máquina virtual, assinatura, grupo de recursos, nome significativo e região próxima.
Escolha disponibilidade, tipo de segurança, imagem, arquitetura, Spot e tamanho; crie a conta administrativa. Para Linux, prefira chaves SSH a senhas.
Não exponha porta pública sem necessidade. Em produção, prefira ,, ExpressRoute ou acesso controlado.
Revise discos, rede, gerenciamento, monitoramento, configurações avançadas e marcas em vez de aceitar padrões sem entendê-los.
Execute Examinar + criar, corrija a guia indicada pela validação, proteja a chave privada baixada e acompanhe a notificação da implantação.
Abra a geral, inspecione dependências e IPs, conecte-se pelo caminho aprovado e exclua o grupo do exercício para encerrar cobranças.
10. Escolha a interface de implantação pela repetibilidade
Opções de criação e gerenciamento do módulo.
Interface
Quando usar
Ideia central
Aprendizado, descoberta ou tarefa interativa ocasional.
Validação guiada ajuda, mas repetição manual cria deriva.
Modelo ou
Infraestrutura declarativa, revisável e repetível entre ambientes.
Parametrize nomes, redes, tamanhos e imagens; reimplantar converge ao estado declarado.
CLI do
multiplataforma e scripts concisos.
az vm create funciona localmente ou no .
Administração e automação centradas em PowerShell.
New-AzVM expõe parâmetros obrigatórios e opcionais.
Terraform
Fluxo IaC multinuvem com plano antes da aplicação e gerenciamento de estado.
HCL declara recursos; revise o plano de execução antes de aplicar.
do
Aplicação independente de plataforma precisa controlar o plano de gerenciamento.
,,, e operam de recursos.
do
Lógica complexa se beneficia de clientes tipados.
Use bibliotecas .ResourceManager atuais, não os trechos Fluent legados do export.
Exportar um modelo de uma VM funcional é um ponto de partida, não um módulo de produção pronto. Remova ruído, separe segredos, parametrize diferenças e versione IaC. Uma imagem reproduz o conteúdo do disco; //Terraform reproduz o grafo de recursos.
Quanto maior a repetição, maior a necessidade de automação declarativa e versionada.
11. Configure e opere depois da implantação
Extensões de VM são pacotes pequenos que configuram ou automatizam a máquina após o provisionamento: scripts, agentes de monitoramento e segurança, configuração, backup e atualização. Elas integram o estado da implantação; controle versões, minimize privilégios, não exponha segredos nas configurações e monitore o provisionamento.
Serviços operacionais e sua função atual.
Capacidade
Uso vigente
do
Runbooks, agendas, observadores e trabalhadores híbridos automatizam processos e respostas.
Configuração de Máquina do
Audita ou impõe configuração e conformidade no sistema convidado.
Microsoft Configuration Manager
Gerencia e servidores empresariais quando esse modelo é necessário.
Avalia e corrige VMs do e servidores Windows/Linux habilitados para .
Desligamento automático
Agenda a parada de cargas não contínuas e pode avisar o responsável.
O módulo agrupa automação de processos, configuração e Update Management no . A automação de processos permanece válida, mas a solução Update Management foi desativada em 2024. Para avaliação e agendamento de patches atuais, use .
12. Projete disponibilidade para cada escopo de falha
Disponibilidade é a porcentagem de tempo em que um serviço pode ser usado. O pode recuperar uma VM em outro host após falha física, mas uma aplicação de instância única fica indisponível durante a movimentação ou reinicialização. Manutenção da plataforma também pode exigir reinício. Alta disponibilidade requer várias instâncias saudáveis distribuídas pelo escopo que você deve sobreviver.
Controles complementares de disponibilidade e recuperação.
Controle
Escopo ou finalidade
Zonas de disponibilidade
Domínios físicos distintos de energia, rede e resfriamento na região. Distribua duas ou mais instâncias para tolerar falha de .
Criam e gerenciam grupos consistentes, dimensionam instâncias e distribuem por zonas ou domínios de falha. Orquestração flexível é a recomendação atual para maior cobertura de recursos.
Sonda integridade e distribui tráfego de camada 4; torne o front-end resiliente à zona quando necessário.
Redundância do do
Mantém cópias persistentes; escolha redundância local, zonal, geográfica e leitura secundária conforme o risco.
Replica e orquestra / para outro local ou região, com testes isolados e planos de recuperação.
Cria pontos independentes contra exclusão, corrupção, ransomware, auditoria e restauração pontual.
Conjuntos de dimensionamento não têm tarifa de gerenciamento separada; VMs, discos, rede e serviços são cobrados. O conjunto sozinho não tolera perda do se não abranger zonas. Redundância, Site Recovery e Backup resolvem, respectivamente, durabilidade, continuidade e recuperação pontual.
Associe controles a falha de host, rack, , região ou perda lógica de dados.
13. Faça backup pensando na restauração
protege cargas do e locais como serviço. O módulo inclui arquivos e pastas no Windows, consistência de aplicativo com VSS, SQL Server, SharePoint, Exchange, VMs Windows e Linux e clientes/servidores por meio do componente adequado.
O gerenciamento automático aloca armazenamento protegido sem exigir um servidor de backup próprio.
Escala e opções de redundância dão suporte a escolhas locais, zonais ou geográficas quando disponíveis.
Criptografia protege trânsito e repouso; autorização, exclusão reversível, imutabilidade e controles multifator também pertencem ao projeto.
Pontos consistentes com aplicativo contêm os dados necessários para recuperação coerente; consistência de falha e de sistema de arquivos oferecem garantias diferentes.
Políticas definem agenda e retenção. Retenção longa é possível, mas governança e custo exigem limites deliberados.
O componente depende da origem: o agente MARS protege arquivos, pastas e estado do sistema Windows local compatível; System Center Data Protection Manager ou Backup Server protegem ambientes mais amplos; o backup de VM usa uma extensão pelo agente da VM. Para VMs, um cofre dos Serviços de Recuperação gerencia pontos, políticas, trabalhos, alertas e restaurações. A Central de Backup amplia o gerenciamento entre cofres.
Backup e Site Recovery não são equivalentes. Backup restaura histórico após dano lógico; Site Recovery mantém continuidade replicada durante interrupção. Aplicações críticas normalmente precisam de ambos, proteção nativa da aplicação e runbooks testados.
O backup só está completo quando atende RTO e RPO em um teste de restauração.
14. Avaliação do módulo explicada
Respostas de todas as questões fornecidas.
Questão
Resposta correta
Raciocínio
Qual família de VM é adequada a um dispositivo de rede?
Otimizada para computação.
Dispositivos de rede costumam exigir alta relação CPU/memória e aparecem explicitamente nessa família.
Modelos do Resource Manager são arquivos ?
Verdadeiro.
Um modelo é um documento declarativo. compila para , mas usa sintaxe de autoria própria.
15. Revisão compacta de todos os tópicos
Revisão em uma passagem.
Tópico
Lembrete
Por que VMs
Escolha quando o controle do SO e software justificar a administração contínua.
Checklist
VM, discos, VNet, sub-rede, NIC, ,, identidade, monitoramento, disponibilidade e recuperação formam um projeto.
Rede
Evite sobreposição, desconte cinco endereços por sub-rede e torne o acesso explícito.
Inventário
Meça SO, dependências, regras dos dados, utilização, picos, RTO e RPO.
Nome e região
Codifique finalidade; escolha região por latência, conformidade, capacidade, DR e preço.
Tamanho
Associe a relação de recursos ao gargalo; redimensionar pode reiniciar e desalocar amplia as opções.
Custo
Computação cessa apenas após desalocação; discos e serviços mantidos continuam cobrados.
Temporário é descartável; SO e dados são persistentes; cinco camadas equilibram desempenho e preço.
Imagens
Marketplace acelera; Galeria de Computação versiona e replica imagens controladas.
Implantação
Portal ensina; /, CLI, PowerShell, Terraform, e automatizam em abstrações diferentes.
Operações
Extensões configuram; executa processos; Gerenciador de Atualizações aplica patches.
Disponibilidade
Use várias instâncias, zonas ou domínios, balanceamento com integridade e armazenamento resiliente.
Recuperação de desastre
Site Recovery replica, testa, executa e retorna por .
Backup
Cofres e políticas criam pontos independentes; o teste de restauração comprova a proteção.
16. Pratique recuperação ativa e confirme limites atuais
Desenhe o grafo completo de uma aplicação de duas camadas e marque o que continua cobrando após desalocação.
Com evidências de CPU, memória, IOPS, latência e residência, justifique região, família, tamanho e disco.
Explique quando usar imagem, /, CLI do ,, Terraform, ou .
Projete proteção contra falha de host, , região, exclusão e corrupção sem usar um serviço para tudo.
Responda às duas questões do módulo sem consultar e explique cada alternativa incorreta.