Máquinas Virtuais do Azure: planejamento, implantação, gerenciamento, disponibilidade e backup
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AZ-104Capítulo 21

Estudo para a Certificação Microsoft AZ-104

Máquinas Virtuais do Azure: planejamento, implantação, gerenciamento, disponibilidade e backup

Converta o inventário de servidores locais em um projeto seguro de VMs, escolha computação e discos, automatize a implantação, aumente a disponibilidade e proteja as cargas com recuperação e backup.

Tempo de estudo sugerido: 100 minutos • Nível intermediário • Reescrita autoral baseada no módulo fornecido do Microsoft Learn e corrigida pela documentação vigente de Máquinas Virtuais do Azure

Escudo neon de administrador do Azure cercado por máquinas virtuais, redes, armazenamento, identidade, governança, monitoramento, backup e infraestrutura como código

1. Migre servidores heterogêneos uma carga por vez

Uma empresa de pesquisa médica executa servidores web, bancos de dados e análises em locais com hardware antigo. As configurações Windows e Linux são incomuns, há pouca equipe em cada unidade e a demanda cresce. Trocar todos os servidores preservaria o mesmo problema operacional. do permite uma transição incremental para : migrar e testar um servidor de cada vez, mantendo controle sobre o sistema operacional convidado e o software instalado.

O objetivo não é apenas selecionar Criar. Você deve transformar o ambiente atual em decisões de rede, nomes, região, tamanho, discos, imagens, segurança, disponibilidade, automação, recuperação de desastres e backup. O opera o host físico; sua equipe continua responsável por configurar, corrigir, proteger, monitorar e dar suporte ao convidado.

Mapa de estudo do inventário da carga ao projeto, implantação, operação, disponibilidade, recuperação de desastre e backup.
O ciclo da VM começa com evidências da carga e termina com recuperação testada, não com a implantação.

2. Enxergue a VM como um grafo de recursos

Um recurso do é um item gerenciável. Uma VM útil normalmente depende de vários recursos que o pode criar ou que você pode reutilizar. Nomes, ciclo de vida, permissões, bloqueios, marcas e custo se aplicam ao grafo inteiro, não apenas ao objeto de computação.

Recursos centrais de uma implantação de VM .
RecursoFinalidadePergunta de projeto
Máquina virtualCPU, memória, firmware, sistema convidado, extensões e identidade.Qual carga, tipo de segurança, opção de disponibilidade e modelo operacional?
Discos de SO e dadosVolume de inicialização persistente e dados da aplicação gerenciados à parte.Qual capacidade, desempenho, , criptografia e recuperação?
Disco temporário local, arquivo de paginação, swap, ou dados descartáveis no host.Todo byte pode ser perdido em realocação, desalocação ou troca de host?
Rede virtual e sub-redeEspaço privado e limite de roteamento.Como a VM alcança aplicações, serviços do , rede local e administradores?
Interface de redeConecta configurações e regras de à VM.Quantas NICs e configurações o tamanho escolhido admite?
privado ou públicoComunicação privada e, apenas quando justificado, alcance pela Internet., , ExpressRoute ou balanceador pode eliminar o público da VM?
Filtragem com estado para tráfego de entrada e saída.Quais origens, destinos, portas e protocolos mínimos são necessários?

Quando o gera dependências, costuma derivar os nomes do nome da VM. A consistência simplifica inventário e resposta a incidentes. Agrupe recursos apenas quando compartilharem ciclo de vida e fronteira de acesso; excluir um grupo de recursos remove tudo que estiver nele.

VM do Azure conectada a discos de SO, dados e temporário, NIC, sub-rede, NSG, IP privado e IP público opcional.
A VM ocupa o centro de dependências com custos e modos de falha próprios.

3. Projete a rede antes da máquina

Comece pelos fluxos: pares, destinos, protocolos, portas, , dependências de saída e caminhos administrativos. Uma oferece conectividade privada entre VMs e serviços compatíveis. O acesso externo depende de rotas e controles de segurança; por outro lado, sub-redes não formam sozinhas uma fronteira de segurança.

  • Escolha espaços de endereços sem sobreposição para cada rede virtual conectada e para a rede local. Faixas 1918, como 10.0.0.0/8, 172.16.0.0/12 e 192.168.0.0/16, são comuns, mas a coordenação é o fator decisivo.
  • Divida o espaço em sub-redes por função, confiança, roteamento ou operação. O módulo exemplifica intervalos distintos para VMs, back-end e VMs do SQL Server.
  • O reserva os quatro primeiros e o último endereço de cada sub-rede. Considere essas cinco posições e o crescimento futuro.
  • Aplique à sub-rede e/ou NIC. As regras efetivas combinam os dois escopos; permita somente o necessário e lembre-se das regras padrão.
  • Alterar o plano de endereçamento depois da implantação é disruptivo. Alinhe-o com a equipe de rede antes de conectar VNets ou a rede corporativa.
Redes corporativa e do Azure sem sobreposição, separadas em sub-redes web, aplicação e banco de dados protegidas por NSGs.
Endereçamento, roteamento, e acesso condicionam todas as VMs posteriores.

4. Inventarie a carga, escolha nomes e defina a região

Para cada servidor, registre SO e versão, software, armazenamento usado e crescimento, classificação e residência dos dados, CPU, memória, E/S de disco, fluxos de rede, picos, dependências, RTO e RPO. Essas evidências evitam subdimensionamento e desperdício.

Uma convenção de nomes pode codificar significado operacional estável.
ElementoExemplosUtilidade
Ambientedev, test, qa, prodSepara ciclo de vida e risco.
Regiãoeus, weu, brsLocaliza sem abrir o recurso.
Carga ou serviçoresearch, portal, billingAssocia a infraestrutura ao responsável e à finalidade.
Funçãoweb, , sql, msgDistingue as camadas.
Instância01, 02Torna recursos repetidos únicos.

prod-eus-research-web-01 comunica mais que server1. O nome do computador convidado tem limites diferentes: no módulo, até 64 caracteres para Linux e 15 para Windows. Renomear depois não substitui uma convenção consistente.

Escolha uma região próxima aos usuários e dependências, respeitando residência, conformidade, disponibilidade de serviços, capacidade, recuperação de desastre e custo. Famílias de hardware e recursos variam por região; ter cota aprovada não garante capacidade em determinada região ou zona.

5. Associe o tamanho ao comportamento da carga

Famílias de carga apresentadas no módulo.
FamíliaPerfilCargas típicas
Uso geralCPU e memória equilibradas.Desenvolvimento, teste, bancos pequenos ou médios e servidores web de tráfego baixo ou médio.
Otimizada para computaçãoAlta relação CPU/memória.Dispositivos de rede, lotes, servidores de aplicação e web com tráfego médio.
Otimizada para memóriaAlta relação memória/CPU.Bancos relacionais, grandes e análise em memória.
Otimizada para armazenamentoAlta taxa e IOPS de disco local.Big data, SQL/ e bancos transacionais.
GPUUm ou mais aceleradores.Renderização, vídeo, treinamento e inferência de modelos.
Computação de alto desempenhoCPUs rápidas e rede de alta taxa/RDMA opcional.Computação científica e engenharia fortemente acoplada.

O tamanho determina vCPUs, memória, limites de disco e rede, quantidade de NICs, aceleradores e preço. Meça o servidor atual e inclua picos. Um disco rápido continua limitado pelo teto de IOPS e taxa da VM; compute e armazenamento precisam ser dimensionados juntos.

Redimensione quando a demanda mudar. Uma VM em execução só pode adotar tamanhos disponíveis no atual e normalmente reinicia. Desalocar libera o host e mostra os tamanhos disponíveis na região, mas cria indisponibilidade e pode alterar público dinâmico ou o disco temporário. Planeje janela e reversão em produção.

Seis famílias de VM organizadas pela ênfase em CPU, memória, armazenamento, GPU e HPC.
Escolha a família pelo gargalo medido e valide os limites do SKU na região.

6. Separe custos de computação, armazenamento, rede e licença

O preço de uma VM não é um valor único. Computação depende de tamanho, SO, região e tempo; discos são cobrados separadamente; público, saída de dados, backup, monitoramento e outros serviços podem acrescentar custo. e não possuem tarifa horária direta, mas os serviços conectados e o tráfego podem ter.

Estados operacionais e compromissos.
DecisãoEfeito
Parada, mas alocadaO convidado está desligado, porém a alocação permanece e a cobrança de computação continua.
Parada e desalocadaO host é liberado e a cobrança de computação cessa; discos persistentes e recursos mantidos continuam cobrados.
Pagamento conforme o usoSem compromisso longo; adequado a uso variável, curto ou incerto.
Reservas / planos de economiaCompromisso pode reduzir computação previsível; valide escopo, flexibilidade e utilização.
Benefício Híbrido do Licenças elegíveis de Windows Server ou assinaturas Linux podem reduzir o custo.
Spot do Capacidade ociosa com desconto, sujeita a remoção; apenas para trabalho interrompível.

O export cita Instâncias de Reservadas com economia histórica de até 72%. Produtos e descontos mudam; use a calculadora vigente. O desligamento automático ajuda em dev/test, mas confirme se desaloca e lembre-se de que os discos continuam cobrados.

Custo da VM dividido em computação, armazenamento persistente, licença, rede, backup e monitoramento, com estados alocado e desalocado.
Desalocar remove computação, não o custo dos discos e serviços retidos.

7. Mantenha dados persistentes em discos gerenciados

Toda VM tem disco de SO e pode ter um disco temporário local; dados da aplicação devem ficar em discos de dados gerenciados. Separá-los permite desanexar de uma VM com falha, anexar a outra, ajustar desempenho e aplicar recuperação sem acoplar tudo à imagem. O tamanho limita a quantidade de discos; o módulo usa cerca de dois por vCPU como atalho, mas a documentação do SKU é a fonte definitiva.

Cinco tipos atuais de disco gerenciado.
DiscoMelhor usoLimites atuais e restrições principais
Bancos e transações com E/S extrema, como SAP HANA, SQL ou Oracle.Até 64 TiB, 400.000 IOPS e 10.000 MB/s; somente disco de dados.
SSD Premium v2Produção que exige capacidade, IOPS e taxa ajustáveis de forma independente.Até 64 TiB, 80.000 IOPS e 2.000 MB/s; disponibilidade geral, somente dados.
SSD PremiumProdução sensível a desempenho e discos de SO compatíveis.Até 32.767 GiB, 20.000 IOPS provisionadas e 900 MB/s, com opções de intermitência.
SSD StandardWeb, aplicações leves e dev/test.Até 32.767 GiB, 6.000 IOPS e 750 MB/s.
HDD StandardDados sequenciais, raros, não críticos ou backup.Até 32.767 GiB, até 3.000 IOPS com Performance Plus e 500 MB/s; uso como disco de SO será desativado em 8/9/2028.

O módulo fornecido chama SSD Premium v2 de e traz limites antigos de Ultra e v2. Essas informações estão obsoletas. Valide região, compatibilidade da VM, , setor, redundância e suporte a disco de SO antes de implantar.

Decisão entre armazenamento temporário, disco de SO e cinco tipos de disco de dados gerenciado.
Primeiro decida a persistência; depois equilibre desempenho e preço.

8. Escolha a imagem e controle a deriva

O oferece imagens-base Windows e Linux. Uma imagem do Marketplace pode reunir SO e pilha preparada; uma imagem personalizada captura a configuração da organização. Licenças incluídas podem afetar a tarifa de computação.

Galeria de Computação do armazena, versiona e replica imagens personalizadas para criar VMs consistentes em dev, teste e produção. Trate a imagem como artefato: examine vulnerabilidades, corrija, registre publicador/oferta/SKU ou definição/versão, teste a promoção e retire versões inseguras. Em VMs de Geração 2 novas, avalie Inicialização Confiável, Inicialização Segura e vTPM.

9. Use o exercício do portal como roteiro de decisões

O exercício opcional implanta uma VM Ubuntu Server 24.04 LTS Gen2 em um grupo de recursos existente ou dedicado. O exemplo usa segurança Standard, x64, Standard_D2s_v3, sem Spot, autenticação por chave pública SSH e entrada SSH na porta 22. SKUs e rótulos podem variar por assinatura e região.

  1. No , abra Criar um recurso, selecione Máquina virtual, assinatura, grupo de recursos, nome significativo e região próxima.
  2. Escolha disponibilidade, tipo de segurança, imagem, arquitetura, Spot e tamanho; crie a conta administrativa. Para Linux, prefira chaves SSH a senhas.
  3. Não exponha porta pública sem necessidade. Em produção, prefira , , ExpressRoute ou acesso controlado.
  4. Revise discos, rede, gerenciamento, monitoramento, configurações avançadas e marcas em vez de aceitar padrões sem entendê-los.
  5. Execute Examinar + criar, corrija a guia indicada pela validação, proteja a chave privada baixada e acompanhe a notificação da implantação.
  6. Abra a geral, inspecione dependências e IPs, conecte-se pelo caminho aprovado e exclua o grupo do exercício para encerrar cobranças.

10. Escolha a interface de implantação pela repetibilidade

Opções de criação e gerenciamento do módulo.
InterfaceQuando usarIdeia central
Aprendizado, descoberta ou tarefa interativa ocasional.Validação guiada ajuda, mas repetição manual cria deriva.
Modelo ou Infraestrutura declarativa, revisável e repetível entre ambientes.Parametrize nomes, redes, tamanhos e imagens; reimplantar converge ao estado declarado.
CLI do multiplataforma e scripts concisos.az vm create funciona localmente ou no .
Administração e automação centradas em PowerShell.New-AzVM expõe parâmetros obrigatórios e opcionais.
TerraformFluxo IaC multinuvem com plano antes da aplicação e gerenciamento de estado.HCL declara recursos; revise o plano de execução antes de aplicar.
do Aplicação independente de plataforma precisa controlar o plano de gerenciamento., , , e operam de recursos.
do Lógica complexa se beneficia de clientes tipados.Use bibliotecas .ResourceManager atuais, não os trechos Fluent legados do export.

Exportar um modelo de uma VM funcional é um ponto de partida, não um módulo de produção pronto. Remova ruído, separe segredos, parametrize diferenças e versione IaC. Uma imagem reproduz o conteúdo do disco; //Terraform reproduz o grafo de recursos.

Árvore de decisão entre portal, ARM ou Bicep, CLI do Azure, Azure PowerShell, Terraform, REST e SDK.
Quanto maior a repetição, maior a necessidade de automação declarativa e versionada.

11. Configure e opere depois da implantação

Extensões de VM são pacotes pequenos que configuram ou automatizam a máquina após o provisionamento: scripts, agentes de monitoramento e segurança, configuração, backup e atualização. Elas integram o estado da implantação; controle versões, minimize privilégios, não exponha segredos nas configurações e monitore o provisionamento.

Serviços operacionais e sua função atual.
CapacidadeUso vigente
do Runbooks, agendas, observadores e trabalhadores híbridos automatizam processos e respostas.
Configuração de Máquina do Audita ou impõe configuração e conformidade no sistema convidado.
Microsoft Configuration ManagerGerencia e servidores empresariais quando esse modelo é necessário.
Avalia e corrige VMs do e servidores Windows/Linux habilitados para .
Desligamento automáticoAgenda a parada de cargas não contínuas e pode avisar o responsável.

O módulo agrupa automação de processos, configuração e Update Management no . A automação de processos permanece válida, mas a solução Update Management foi desativada em 2024. Para avaliação e agendamento de patches atuais, use .

12. Projete disponibilidade para cada escopo de falha

Disponibilidade é a porcentagem de tempo em que um serviço pode ser usado. O pode recuperar uma VM em outro host após falha física, mas uma aplicação de instância única fica indisponível durante a movimentação ou reinicialização. Manutenção da plataforma também pode exigir reinício. Alta disponibilidade requer várias instâncias saudáveis distribuídas pelo escopo que você deve sobreviver.

Controles complementares de disponibilidade e recuperação.
ControleEscopo ou finalidade
Zonas de disponibilidadeDomínios físicos distintos de energia, rede e resfriamento na região. Distribua duas ou mais instâncias para tolerar falha de .
Criam e gerenciam grupos consistentes, dimensionam instâncias e distribuem por zonas ou domínios de falha. Orquestração flexível é a recomendação atual para maior cobertura de recursos.
Sonda integridade e distribui tráfego de camada 4; torne o front-end resiliente à zona quando necessário.
Redundância do do Mantém cópias persistentes; escolha redundância local, zonal, geográfica e leitura secundária conforme o risco.
Replica e orquestra / para outro local ou região, com testes isolados e planos de recuperação.
Cria pontos independentes contra exclusão, corrupção, ransomware, auditoria e restauração pontual.

Conjuntos de dimensionamento não têm tarifa de gerenciamento separada; VMs, discos, rede e serviços são cobrados. O conjunto sozinho não tolera perda do se não abranger zonas. Redundância, Site Recovery e Backup resolvem, respectivamente, durabilidade, continuidade e recuperação pontual.

Arquitetura com balanceador, conjunto de dimensionamento em zonas, armazenamento replicado, Site Recovery e cofre de backup.
Associe controles a falha de host, rack, , região ou perda lógica de dados.

13. Faça backup pensando na restauração

protege cargas do e locais como serviço. O módulo inclui arquivos e pastas no Windows, consistência de aplicativo com VSS, SQL Server, SharePoint, Exchange, VMs Windows e Linux e clientes/servidores por meio do componente adequado.

  • O gerenciamento automático aloca armazenamento protegido sem exigir um servidor de backup próprio.
  • Escala e opções de redundância dão suporte a escolhas locais, zonais ou geográficas quando disponíveis.
  • Criptografia protege trânsito e repouso; autorização, exclusão reversível, imutabilidade e controles multifator também pertencem ao projeto.
  • Pontos consistentes com aplicativo contêm os dados necessários para recuperação coerente; consistência de falha e de sistema de arquivos oferecem garantias diferentes.
  • Políticas definem agenda e retenção. Retenção longa é possível, mas governança e custo exigem limites deliberados.

O componente depende da origem: o agente MARS protege arquivos, pastas e estado do sistema Windows local compatível; System Center Data Protection Manager ou Backup Server protegem ambientes mais amplos; o backup de VM usa uma extensão pelo agente da VM. Para VMs, um cofre dos Serviços de Recuperação gerencia pontos, políticas, trabalhos, alertas e restaurações. A Central de Backup amplia o gerenciamento entre cofres.

Backup e Site Recovery não são equivalentes. Backup restaura histórico após dano lógico; Site Recovery mantém continuidade replicada durante interrupção. Aplicações críticas normalmente precisam de ambos, proteção nativa da aplicação e runbooks testados.

Cargas do Azure e locais protegidas por agentes ou extensão de VM em um cofre dos Serviços de Recuperação com política e restauração.
O backup só está completo quando atende RTO e RPO em um teste de restauração.

14. Avaliação do módulo explicada

Respostas de todas as questões fornecidas.
QuestãoResposta corretaRaciocínio
Qual família de VM é adequada a um dispositivo de rede?Otimizada para computação.Dispositivos de rede costumam exigir alta relação CPU/memória e aparecem explicitamente nessa família.
Modelos do Resource Manager são arquivos ?Verdadeiro.Um modelo é um documento declarativo. compila para , mas usa sintaxe de autoria própria.

15. Revisão compacta de todos os tópicos

Revisão em uma passagem.
TópicoLembrete
Por que VMsEscolha quando o controle do SO e software justificar a administração contínua.
ChecklistVM, discos, VNet, sub-rede, NIC, , , identidade, monitoramento, disponibilidade e recuperação formam um projeto.
RedeEvite sobreposição, desconte cinco endereços por sub-rede e torne o acesso explícito.
InventárioMeça SO, dependências, regras dos dados, utilização, picos, RTO e RPO.
Nome e regiãoCodifique finalidade; escolha região por latência, conformidade, capacidade, DR e preço.
TamanhoAssocie a relação de recursos ao gargalo; redimensionar pode reiniciar e desalocar amplia as opções.
CustoComputação cessa apenas após desalocação; discos e serviços mantidos continuam cobrados.
Temporário é descartável; SO e dados são persistentes; cinco camadas equilibram desempenho e preço.
ImagensMarketplace acelera; Galeria de Computação versiona e replica imagens controladas.
ImplantaçãoPortal ensina; /, CLI, PowerShell, Terraform, e automatizam em abstrações diferentes.
OperaçõesExtensões configuram; executa processos; Gerenciador de Atualizações aplica patches.
DisponibilidadeUse várias instâncias, zonas ou domínios, balanceamento com integridade e armazenamento resiliente.
Recuperação de desastreSite Recovery replica, testa, executa e retorna por .
BackupCofres e políticas criam pontos independentes; o teste de restauração comprova a proteção.

16. Pratique recuperação ativa e confirme limites atuais

  • Desenhe o grafo completo de uma aplicação de duas camadas e marque o que continua cobrando após desalocação.
  • Com evidências de CPU, memória, IOPS, latência e residência, justifique região, família, tamanho e disco.
  • Explique quando usar imagem, /, CLI do , , Terraform, ou .
  • Projete proteção contra falha de host, , região, exclusão e corrupção sem usar um serviço para tudo.
  • Responda às duas questões do módulo sem consultar e explique cada alternativa incorreta.