Rotas personalizadas e soluções de virtualização de rede no Azure: UDR, BGP e encaminhamento de IP
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AZ-104Capítulo 13

Estudo para a Certificação Microsoft AZ-104

Rotas personalizadas e soluções de virtualização de rede no Azure: UDR, BGP e encaminhamento de IP

Entenda rotas de sistema e opcionais, escolha próximos saltos com UDR ou BGP, implante uma solução de virtualização de rede, habilite o encaminhamento no Azure e no sistema convidado e confirme o caminho com traceroute.

Tempo de estudo sugerido: 80 minutos • Nível intermediário • Reescrita autoral baseada no módulo fornecido do Microsoft Learn e corrigida pela documentação vigente de roteamento do Azure

Escudo neon de administrador do Azure cercado por máquinas virtuais, redes, armazenamento, identidade, governança, monitoramento, backup e infraestrutura como código

1. Encaminhe o tráfego para inspeção em vez de confiar no caminho padrão

Uma varejista sofreu uma violação que expôs nomes, endereços e dados de pagamento de clientes. O plano de correção inclui soluções de virtualização de rede para inspecionar o tráfego antes que ele alcance sistemas sensíveis. A equipe de infraestrutura precisa fazer o escolher esse caminho de forma consistente, impedindo que a comunicação direta entre sub-redes contorne a inspeção.

Este capítulo constrói a solução desde a tabela de rotas. Você diferencia rotas de sistema, opcionais, BGP e definidas pelo usuário; escolhe o próximo salto; implanta uma NVA Ubuntu simples; habilita encaminhamento em dois planos distintos; e comprova o caminho assimétrico com traceroute.

  • Identificar os recursos de roteamento da e o comportamento padrão.
  • Configurar tabelas de rotas e rotas definidas pelo usuário (UDRs).
  • Implantar uma solução de virtualização de rede básica e explicar seu papel de segurança.
  • Habilitar encaminhamento de na NIC do e no sistema operacional convidado.
  • Conduzir o tráfego da sub-rede pública pela NVA e validar cada salto.

Os pré-requisitos são sub-redes, endereçamento , , CLI do , SSH e uma assinatura autorizada para os laboratórios opcionais.

Mapa de estudo das rotas de sistema e seleção de UDR até NVA, encaminhamento duplo, validação e limpeza.
O administrador controla tanto a decisão de rota quanto o dispositivo que encaminha.

2. O roteia automaticamente o tráfego que sai de uma sub-rede

Cada sub-rede do possui uma tabela de rotas efetivas. O cria as rotas de sistema iniciais, combina-as com rotas opcionais da plataforma, rotas propagadas pelo e UDRs associadas e avalia o de destino de cada pacote de saída. Por isso, VMs na mesma VNet conversam entre sub-redes sem um roteador gerenciado pelo cliente.

Rotas de sistema não podem ser criadas nem excluídas. Algumas podem ser substituídas por uma rota mais específica ou por uma rota personalizada de maior prioridade. Toda rota declara um prefixo de destino e um tipo de próximo salto; a rota para solução de virtualização também informa o privado desse salto.

3. Rotas de sistema padrão definem tráfego local, internet e descarte

Rotas de sistema atualmente criadas para cada sub-rede.
Prefixo de destinoPróximo saltoSignificado
Faixa(s) da VNetRede virtualRoteia entre endereços da VNet; existe uma rota por faixa do espaço virtual.
0.0.0.0/0InternetCaptura destinos sem rota mais longa. Sua existência não garante de saída.
10.0.0.0/8NenhumDescarta o intervalo 1918 quando ele não pertence à VNet nem é substituído.
172.16.0.0/12NenhumDescarta por padrão outra faixa privada 1918.
192.168.0.0/16NenhumDescarta por padrão a terceira faixa privada 1918.
100.64.0.0/10NenhumDescarta o espaço compartilhado definido pela 6598.
Outros prefixos reservados pela plataformaNenhumA documentação atual também lista 127.0.0.0/8 e faixas específicas da Microsoft.

Quando uma faixa privada reservada é adicionada ao espaço da VNet, o altera a rota aplicável para Rede virtual. O próximo salto Nenhum descarta o pacote no roteamento; isso não é uma negação de .

Duas sub-redes trocam tráfego pela rota de sistema Rede virtual; tráfego não correspondido usa Internet e faixas privadas não atribuídas são descartadas.
As rotas de sistema tornam a VNet funcional antes da associação de uma tabela personalizada.

4. Recursos do acrescentam rotas opcionais

Recursos que ampliam o roteamento efetivo.
RecursoRota criada pelo
Emparelhamento de rede virtualUma rota de Emparelhamento de rede virtual para cada faixa da VNet remota.
de rede virtualRotas para prefixos locais configurados ou anunciados por BGP.
Ponto de extremidade de serviçoPrefixos públicos do serviço com VirtualNetworkServiceEndpoint nas sub-redes habilitadas.
Encadeamento de serviçosUDRs do cliente conduzem tráfego em redes emparelhadas para NVA ou compatível.

Um ponto de extremidade de serviço estende a identidade da sub-rede até um serviço do compatível e cria rotas otimizadas. Isso não transforma VirtualNetworkServiceEndpoint em um valor selecionável em uma UDR.

5. Uma tabela de rotas vincula a política à sub-rede

A tabela de rotas é um recurso do que armazena UDRs e a opção de propagação de rotas do de rede virtual. Uma tabela pode ser associada a várias sub-redes, mas cada sub-rede aceita no máximo uma tabela. As UDRs são combinadas com as rotas de sistema e propagadas.

  • Associe a tabela à sub-rede de origem cujas decisões de saída devem mudar.
  • Não coloque a NVA na mesma sub-rede cuja UDR aponta de volta para ela, pois isso pode criar loop.
  • Não desabilite propagação de rotas do na GatewaySubnet; o pode deixar de funcionar.
  • Use as rotas efetivas da NIC para observar o resultado final e os estados Ativo ou Inválido.

6. Rotas personalizadas vêm de UDR ou BGP

Uma UDR é uma rota estática definida pelo administrador e armazenada em uma tabela do . O BGP é um protocolo dinâmico que troca prefixos entre o local e o de . As duas fontes alteram o comportamento padrão, porém possuem propriedade e ciclo de vida diferentes.

Fontes de rotas personalizadas.
FonteMelhor usoCaracterística
UDRForçar inspeção, descartar prefixo, escolher internet ou ou restaurar caminho local.Explícita e estática; o administrador mantém destino e próximo salto.
BGPTrocar prefixos locais por ExpressRoute ou site a site.Dinâmica; roteadores anunciam e retiram prefixos quando a conectividade muda.

7. Tipos de próximo salto expressam a ação da UDR

Conceitos compatíveis de próximo salto.
Conceito no portalValor na CLIUso
Solução de virtualizaçãoVirtualApplianceEnviar para um privado diretamente alcançável em uma NIC da NVA ou balanceador interno compatível.
de rede virtualVirtualNetworkGatewayEnviar ao da VNet; essa UDR não mira ExpressRoute, Route Server ou roteador de hub da .
Rede virtualVNetLocalSubstituir o roteamento local da VNet em arquiteturas específicas.
InternetInternetUsar explicitamente o caminho de internet; em sub-rede privada esse salto não fornece saída.
NenhumNoneDescartar tráfego destinado ao prefixo.

Emparelhamento de rede virtual e VirtualNetworkServiceEndpoint são tipos criados pela plataforma, não valores de UDR. Uma rota VirtualAppliance exige de próximo salto com conectividade direta; um salto inválido ou indisponível interrompe o fluxo.

8. Marcas de serviço reduzem manutenção de endereços

O prefixo de uma UDR pode ser uma marca de serviço em vez de um literal. A Microsoft mantém os prefixos representados por marcas como , suas versões regionais e AzureCloud. Isso reduz a quantidade de rotas e evita atualizar manualmente a tabela quando o serviço muda endereços.

Limites e precedência continuam importantes. Uma tabela aceita quantidade limitada de rotas com marcas; uma rota de prefixo explícito vence a marca em correspondência exata. Entre marcas correspondentes, versões regionais mais específicas precedem as abrangentes.

9. BGP propaga o conhecimento da rede híbrida

O BGP troca informações de roteamento entre sistemas autônomos. ExpressRoute exige BGP entre a borda local e a Microsoft; o do pode usar BGP opcionalmente em conexões site a site. Cada prefixo anunciado torna-se uma rota nas sub-redes elegíveis com de rede virtual como fonte e próximo salto.

A retirada dinâmica permite que roteadores escolham outro caminho após falha. Resuma rotas locais para anunciar menos prefixos. A tabela pode desabilitar propagação em sub-redes específicas, mas nunca faça isso na GatewaySubnet.

Gateway local troca rotas BGP com o Gateway de VPN do Azure, que propaga prefixos às redes regionais e pode mudar o caminho após falha.
BGP fornece rotas dinâmicas; o da VNet torna-se o próximo salto.

10. Prefixo mais longo vem antes da prioridade da fonte

O primeiro escolhe a rota cujo prefixo contém o destino com maior especificidade. Para 10.0.0.2, uma rota /24 vence uma /16 independentemente da ordem de exibição. O prefixo mais longo representa menos endereços e, portanto, intenção mais precisa.

Somente quando as candidatas têm o mesmo prefixo aplica-se a ordem geral: UDR, BGP e rota de sistema. Rotas de sistema preferenciais de VNet, emparelhamento e pontos de serviço têm tratamento especial; a rota de ponto de serviço não pode ser substituída. Uma tabela não aceita duas UDRs com o mesmo prefixo.

O Azure escolhe 10.0.0.0/24 em vez de 10.0.0.0/16 para 10.0.0.2 e, com prefixos iguais, prefere UDR, depois BGP e sistema.
A especificidade é avaliada antes da hierarquia de fontes.

11. Correção atual: rota Internet não é um projeto de saída

A rota de sistema 0.0.0.0/0 com próximo salto Internet continua visível. Entretanto, roteamento e de origem são diferentes. Para lançadas após 31 de março de 2026, novas VNets usam sub-redes privadas por padrão e precisam de um método explícito para alcançar públicos.

  • Use o do para saída previsível, escalável e somente de saída.
  • Associe explicitamente um público quando uma VM realmente precisar dele.
  • Use regras de saída do Standard quando fizerem parte da arquitetura.
  • Use UDR com NVA ou firewall somente quando o dispositivo também fornecer / e retorno.
  • Não use UDR Internet em uma sub-rede privada para tentar restaurar saída; a plataforma atual bloqueia esse caminho.

Uma UDR 0.0.0.0/0 apontando para NVA implementa túnel forçado. Ela também pode redirecionar destinos públicos de serviços do quando nenhuma rota de ponto de serviço mais longa existe; avalie ativação, atualizações, e gestão antes da implantação.

12. NVA é uma VM que executa funções de rede

Uma solução de virtualização de rede é uma máquina virtual ou imagem de appliance que controla tráfego por meio de roteamento e de uma aplicação de rede. Suas funções podem incluir firewall, otimização de WAN, entrega de aplicações, roteamento, balanceamento de carga, IDS/IPS e .

O Marketplace oferece imagens de Cisco, Check Point, Barracuda, Sophos, WatchGuard e SonicWall. Também é possível montar uma NVA didática em Windows ou Linux, mas suporte, atualização, desempenho, licenciamento e alta disponibilidade de produção precisam ser planejados.

Exemplos de valor da NVA.
NecessidadePapel
Proteção do perímetroInspecionar entrada e liberar somente tráfego compatível com a política.
Controle Inspecionar comunicação entre camadas ou microssegmentos.
Túnel forçadoConduzir saída de internet por inspeção e egresso centralizados.
Rede especializadaOferecer roteamento, , IDS/IPS, otimização ou entrega específicos do fornecedor.

13. Microssegmentação e NICs definem o caminho dos dados

O desenho simples coloca a NVA em uma sub-rede de perímetro/DMZ e conduz por ela sub-redes selecionadas. A microssegmentação separa web, negócio, dados, gestão e inspeção para controlar fluxos . Dispositivos de Camada 4 analisam endereços, protocolos e portas; soluções com consciência da aplicação também inspecionam a Camada 7.

Algumas NVAs usam uma NIC de gestão e outras para o plano de dados. A arquitetura do fornecedor determina quais interfaces recebem, inspecionam e encaminham. As UDRs precisam mirar o privado compatível e o retorno deve respeitar o estado do dispositivo.

Par de NVAs no perímetro separa gateway, web, negócio, dados e gestão, com interfaces distintas para administração e tráfego.
O projeto de produção separa caminhos de gestão, inspeção e carga.

14. A NVA inserida na rota torna-se dependência crítica

Quando todo fluxo permitido depende do appliance, sua falha vira indisponibilidade de rede. Produção exige o padrão de alta disponibilidade do fornecedor: várias instâncias em zonas ou conjuntos, investigação de integridade, seleção resiliente de próximo salto, sincronização de estado quando necessária e recuperação automatizada.

O privado de um balanceador de carga interno pode ser um próximo salto VirtualAppliance em arquiteturas compatíveis. Route Server, ou outros padrões podem ser adequados a fornecedores específicos. O laboratório usa uma VM e não é uma arquitetura de produção.

15. Topologia do laboratório: três sub-redes e inspeção em uma direção

Os laboratórios opcionais criam a VNet vnet com 10.0.0.0/16. publicsubnet usa 10.0.0.0/24, privatesubnet 10.0.1.0/24 e dmzsubnet 10.0.2.0/24. A NVA usa 10.0.2.4. A rota productionsubnet envia o destino 10.0.1.0/24 para esse appliance e a tabela é associada somente a publicsubnet.

Ambiente didático resultante.
RecursoEndereço ou configuração
VM publicpublicsubnet; privado esperado 10.0.0.4
VM privateprivatesubnet; privado esperado 10.0.1.4
VM nvadmzsubnet; privado esperado 10.0.2.4
publictableUDR 10.0.1.0/24 → VirtualAppliance 10.0.2.4
Associaçãopublictable → somente publicsubnet
VNet 10.0.0.0/16 contém sub-redes pública, privada e DMZ; publictable encaminha destinos privados pela NVA 10.0.2.4.
Associar a tabela apenas à publicsubnet cria intencionalmente um teste assimétrico.

16. Laboratório 1: crie a tabela e a UDR

Execute somente em assinatura autorizada. Use grupo dedicado, substitua myResourceGroupName, confira a assinatura ativa no e limpe ao final. A antiga orientação para usar o modo “Classic” reflete a interface exportada e não é requisito de roteamento.

az network route-table create \
  --name publictable \
  --resource-group "myResourceGroupName" \
  --disable-bgp-route-propagation false

az network route-table route create \
  --route-table-name publictable \
  --resource-group "myResourceGroupName" \
  --name productionsubnet \
  --address-prefix 10.0.1.0/24 \
  --next-hop-type VirtualAppliance \
  --next-hop-ip-address 10.0.2.4

O primeiro comando mantém propagação do . O segundo altera somente destinos pertencentes à privatesubnet; ele não conduz todo o tráfego da publicsubnet pela NVA.

17. Laboratório 1: crie rede, sub-redes e associação

az network vnet create \
  --name vnet \
  --resource-group "myResourceGroupName" \
  --address-prefixes 10.0.0.0/16 \
  --subnet-name publicsubnet \
  --subnet-prefixes 10.0.0.0/24

az network vnet subnet create \
  --name privatesubnet --vnet-name vnet \
  --resource-group "myResourceGroupName" \
  --address-prefixes 10.0.1.0/24

az network vnet subnet create \
  --name dmzsubnet --vnet-name vnet \
  --resource-group "myResourceGroupName" \
  --address-prefixes 10.0.2.0/24

az network vnet subnet list \
  --resource-group "myResourceGroupName" \
  --vnet-name vnet --output table

az network vnet subnet update \
  --name publicsubnet --vnet-name vnet \
  --resource-group "myResourceGroupName" \
  --route-table publictable

A listagem confirma os CIDRs antes da associação. O update aplica publictable a publicsubnet; privatesubnet preserva somente rotas de sistema e opcionais, explicando o teste de retorno.

18. Laboratório 2: implante a NVA Ubuntu

O exercício implanta Ubuntu 22.04 LTS em dmzsubnet com azureuser e senha de exemplo. Em ambiente real, prefira chaves SSH, restrinja a origem de gestão, não exponha a administração do appliance diretamente à internet e siga o endurecimento do fornecedor.

az vm create \
  --resource-group "myResourceGroupName" \
  --name nva --vnet-name vnet --subnet dmzsubnet \
  --image Ubuntu2204 --admin-username azureuser \
  --admin-password <password>

19. Encaminhamento precisa ser habilitado no e no convidado

A configuração da NIC diz ao para aceitar pacotes cuja origem ou destino não é o endereço da própria NVA. A configuração do sistema faz o Linux agir como roteador. Somente um dos lados não basta.

NICID=$(az vm nic list \
  --resource-group "myResourceGroupName" --vm-name nva \
  --query "[].{id:id}" --output tsv)

NICNAME=$(az vm nic show \
  --resource-group "myResourceGroupName" --vm-name nva \
  --nic $NICID --query "{name:name}" --output tsv)

az network nic update --name $NICNAME \
  --resource-group "myResourceGroupName" \
  --ip-forwarding true

NVAIP="$(az vm list-ip-addresses \
  --resource-group "myResourceGroupName" --name nva \
  --query "[].virtualMachine.network.publicIpAddresses[*].ipAddress" \
  --output tsv)"

ssh -t -o StrictHostKeyChecking=no azureuser@$NVAIP \
  'sudo sysctl -w net.ipv4.ip_forward=1; exit;'

A mudança `sysctl -w` dura somente até reinicialização, salvo se for persistida. Desabilitar a verificação da chave do host é conveniente no laboratório descartável, mas não deve ser copiado para automação de produção.

Pacote roteado alcança a NVA somente quando a UDR a seleciona, o encaminhamento da NIC está ativo e net.ipv4.ip_forward vale um.
UDR, NIC do e sistema convidado são três requisitos independentes.

20. Laboratório 3: implante VMs com traceroute

Crie cloud-init.txt para instalar inetutils-traceroute nas duas VMs. O exercício atribui público a ambas para SSH; isso é conveniência didática temporária, não um desenho recomendado para camada privada.

cat > cloud-init.txt <<'EOF'
#cloud-config
package_upgrade: true
packages:
  - inetutils-traceroute
EOF

az vm create \
  --resource-group "myResourceGroupName" --name public \
  --vnet-name vnet --subnet publicsubnet --image Ubuntu2204 \
  --admin-username azureuser --no-wait \
  --custom-data cloud-init.txt --admin-password <password>

az vm create \
  --resource-group "myResourceGroupName" --name private \
  --vnet-name vnet --subnet privatesubnet --image Ubuntu2204 \
  --admin-username azureuser --no-wait \
  --custom-data cloud-init.txt --admin-password <password>

watch -d -n 5 "az vm list \
  --resource-group 'myResourceGroupName' --show-details \
  --query '[*].{Name:name,ProvisioningState:provisioningState,PowerState:powerState}' \
  --output table"

Prossiga quando todas mostrarem Succeeded e VM running; encerre watch com Ctrl+C. Se traceroute ainda não existir, o cloud-init pode estar instalando o pacote: aguarde e tente novamente.

21. Laboratório 3: as duas direções e explique a assimetria

PUBLICIP="$(az vm list-ip-addresses \
  --resource-group "myResourceGroupName" --name public \
  --query "[].virtualMachine.network.publicIpAddresses[*].ipAddress" \
  --output tsv)"

PRIVATEIP="$(az vm list-ip-addresses \
  --resource-group "myResourceGroupName" --name private \
  --query "[].virtualMachine.network.publicIpAddresses[*].ipAddress" \
  --output tsv)"

ssh -t -o StrictHostKeyChecking=no azureuser@$PUBLICIP \
  'traceroute private --type=icmp; exit'

ssh -t -o StrictHostKeyChecking=no azureuser@$PRIVATEIP \
  'traceroute public --type=icmp; exit'

Public-para-private deve mostrar 10.0.2.4, a NVA, no primeiro salto e 10.0.1.4 no segundo. Private-para-public vai diretamente a 10.0.0.4 porque privatesubnet não possui UDR associada. Isso prova que a tabela atua na sub-rede de origem e que o roteamento pode ser assimétrico.

Firewalls com estado geralmente exigem simetria. Acrescente UDR de retorno apropriada ou use arquitetura simétrica e altamente disponível compatível; caso contrário, o retorno pode contornar o appliance e a sessão falhar.

Public-para-private passa pela NVA 10.0.2.4; private-para-public usa a rota direta porque somente publicsubnet possui a UDR.
Os dois traceroutes revelam onde a tabela foi associada.

22. Respostas das verificações de conhecimento

Respostas das duas avaliações do módulo.
PerguntaResposta corretaMotivo
Por que usar rota personalizada?Controlar o fluxo na rede virtual.UDR altera próximo salto; RDP, SSH e balanceamento atendem outras necessidades.
Por que usar emparelhamento?Conectar VNets na mesma região ou entre regiões compatíveis.Ele cria conectividade privada, não IPs públicos ou relatórios de inventário.
Principal benefício da NVA?Controlar a entrada do perímetro e liberar somente tráfego que atende à segurança.O appliance inspeciona antes das camadas protegidas.
Como implantar uma NVA?Configurar VM Windows/Linux com encaminhamento, rotas e sub-redes ou usar imagem parceira do Marketplace.Uma VM pública ou do não vira NVA automaticamente.

23. Diagnóstico e verificações atuais de projeto

  • Confirme que a tabela está associada à sub-rede de origem, não apenas criada.
  • Inspecione rotas efetivas e verifique se a UDR está Ativa e vence pelo prefixo mais longo.
  • Confirme que o VirtualAppliance é diretamente alcançável e pertence ao compatível.
  • Habilite encaminhamento em todas as NICs envolvidas e no sistema/configuração do appliance.
  • Verifique , firewall convidado, política e integridade da NVA, probes e rotas de retorno.
  • Garanta que a NVA não está na mesma sub-rede cuja UDR aponta para ela.
  • Trate inspeção 0.0.0.0/0, saída pública e como requisitos distintos.
  • Prefira chaves SSH, ou rede confiável e NVAs altamente disponíveis em produção.
  • Use próximo salto, diagnóstico de conexão, rotas efetivas e captura do Observador de Rede do .

24. Revisão compacta, recordação ativa e recursos oficiais

Versão resumida de todos os temas.
TemaMemorize
Rotas de sistema fornece Rede virtual, Internet e Nenhum; não podem ser excluídas.
Rotas opcionaisEmparelhamento, e pontos de serviço adicionam rotas gerenciadas.
TabelaPode servir várias sub-redes; cada sub-rede tem no máximo uma tabela.
UDRRota estática com prefixo, tipo de salto e às vezes do próximo salto.
BGPTroca dinamicamente prefixos híbridos por ExpressRoute ou .
SeleçãoPrefixo mais longo; se igual, UDR, BGP e sistema.
NVAVM de rede para firewall, roteamento, , IDS/IPS ou entrega.
EncaminhamentoHabilite na NIC e no convidado; a UDR também precisa apontar para o dispositivo.
Laboratóriopublic → 10.0.2.4 → private; retorno direto porque só publicsubnet tem UDR.
ProduçãoSaída explícita, simetria, gestão segura e alta disponibilidade.

Perguntas para recordação ativa

  • Reconstrua a tabela de rotas de sistema sem consultar.
  • Escolha próximo salto para inspeção, descarte, , VNet local e internet explícita.
  • Resolva um exemplo com prefixos sobrepostos de UDR, BGP e sistema.
  • Explique por que encaminhar na NIC não transforma sozinho o Ubuntu em roteador.
  • Preveja os dois traceroutes antes do laboratório.
  • Converta a NVA única em projeto seguro, simétrico e altamente disponível.

Documentação oficial