Arquitetura de identidade e segurança do Azure: Entra, autenticação, RBAC, Confiança Zero, criptografia e Defender para Nuvem
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AZ-305Capítulo 4

Estudo para a Certificação Microsoft AZ-305

Arquitetura de identidade e segurança do Azure: Entra, autenticação, RBAC, Confiança Zero, criptografia e Defender para Nuvem

Projete controles de identidade e segurança conectando diretórios, autenticação forte, colaboração externa, acesso contextual, privilégio mínimo, defesa em camadas, governança de chaves e postura multinuvem.

Tempo de estudo sugerido: 68 minutos • Nível básico a intermediário • Reescrita autoral completa com foco em decisões de arquitetura e resumo conciso de cada tópico de estudo

Blueprint neon da AZ-305 conectando Microsoft Entra, RBAC, Confiança Zero, criptografia, Cofre de Chaves e Defender para Nuvem

1. Objetivos de identidade, acesso e segurança

Este capítulo conecta serviços de identidade do , autenticação, autorização, arquitetura de segurança, criptografia, gerenciamento de chaves e proteção da postura na nuvem. O objetivo é entender como esses controles se reforçam.

  • Diferenciar , e identidade híbrida.
  • Comparar , e métodos de .
  • Explicar identidades externas, e do .
  • Aplicar e defesa em profundidade.
  • Reconhecer criptografia, e .
Mapa de identidade, autenticação, autorização, Confiança Zero, defesa em profundidade, criptografia e proteção na nuvem.
Mapa de identidade, autenticação, autorização, , defesa em profundidade, criptografia e proteção na nuvem.

Resumo do tópico

A arquitetura de segurança do une diretório, autenticação, autorização, proteção em camadas, criptografia, governança de chaves e postura em um único sistema.

2. como diretório de nuvem

é o serviço da Microsoft para identidade e acesso na nuvem. Ele autentica identidades em serviços Microsoft, aplicativos de terceiros e aplicações criadas pela organização. O cliente controla contas e políticas, enquanto a Microsoft opera o diretório globalmente disponível.

Conectar o Active Directory local ao adiciona inteligência de nuvem às identidades. O serviço pode avaliar o comportamento de entrada e detectar tentativas suspeitas em dispositivos desconhecidos ou locais inesperados.

Resumo do tópico

é o diretório de nuvem global no qual o cliente administra identidades e políticas para aplicações Microsoft, e próprias.

3. Quem usa o e o que ele oferece

Públicos do diretório e tarefas comuns.
PúblicoUso típico
Administradores de TIControlar acesso conforme a carga e os requisitos de segurança
DesenvolvedoresAdicionar autenticação padronizada, e credenciais organizacionais existentes
UsuáriosManter a identidade e usar redefinição de senha de autoatendimento
Assinantes de serviçosAutenticar-se no , e serviços do Microsoft Dynamics
  • A autenticação inclui redefinição de senha de autoatendimento, , listas de senhas banidas e .
  • O gerenciamento de aplicativos inclui de Aplicativo, integração e o portal Meus Aplicativos.
  • O gerenciamento de dispositivos oferece registro e integração com .
  • O estado do dispositivo pode participar de políticas de .

Resumo do tópico

Administradores, desenvolvedores, usuários e assinantes usam Entra ID para autenticação, acesso, autoatendimento e políticas baseadas em dispositivo.

4. Identidade híbrida com

Sem integração, o diretório local e o exigem conjuntos de identidade separados. O sincroniza informações entre e para oferecer experiência consistente em recursos locais e de nuvem.

O desenho híbrido pode estender , e redefinição de senha de autoatendimento, mantendo o diretório local para cargas que ainda dependem dele. É preciso definir fontes de autoridade e proteger contas administrativas.

Fluxo híbrido do Active Directory local pelo Microsoft Entra Connect até Microsoft Entra ID e Microsoft Entra Domain Services.
Fluxo híbrido do Active Directory local pelo até e .

Resumo do tópico

sincroniza identidades do local com Entra ID para uma experiência híbrida consistente de entrada e ciclo de vida.

5.

fornece ingresso no domínio, Política de Grupo, LDAP e autenticação ou NTLM gerenciados. Assim, aplicativos legados incompatíveis com autenticação moderna podem migrar para o sem controladores de domínio próprios na nuvem.

Usuários e grupos do locatário tornam-se disponíveis no domínio gerenciado e usam credenciais existentes, facilitando a transição de aplicações que esperam serviços tradicionais de domínio.

Resumo do tópico

fornece ingresso no domínio, Política de Grupo, LDAP, e NTLM gerenciados para cargas tradicionais.

6. Operação e sincronização do domínio gerenciado

O domínio começa com um exclusivo. O implanta dois controladores de domínio do Windows Server como conjunto de réplicas e administra configuração, atualização, backup e criptografia de disco em repouso.

A sincronização do para o domínio gerenciado é unidirecional. Objetos criados apenas nele não retornam. Em ambiente híbrido, o primeiro sincroniza o diretório local com o .

Resumo do tópico

O opera um conjunto de réplica com dois controladores, enquanto os objetos sincronizam em uma direção do Entra ID para o domínio gerenciado.

7. Força da autenticação e logon único

A autenticação comprova a identidade de uma pessoa, serviço ou dispositivo. Senhas, , e métodos sem senha equilibram conveniência e resistência de formas diferentes; métodos sem senha normalmente oferecem segurança forte e experiência mais simples.

permite que uma identidade acesse vários aplicativos confiáveis após uma entrada. Ele reduz proliferação de senhas, bloqueios, redefinições e trabalho de ciclo de vida. A segurança depende do autenticador inicial, pois as sessões seguintes herdam essa confiança.

Comparação entre senha, logon único, autenticação multifator e métodos sem senha.
Comparação entre senha, logon único, autenticação multifator e métodos sem senha.

Resumo do tópico

reduz a proliferação de senhas ao reutilizar uma autenticação confiável; por isso a força do autenticador inicial é decisiva.

8. Autenticação multifator

exige prova adicional para que uma senha roubada não baste. Os fatores correspondem a algo que o usuário sabe, possui ou é. Combinar categorias oferece proteção maior que repetir dois exemplos do mesmo tipo.

Categorias de fatores.
CategoriaExemplos
Algo conhecidoSenha, PIN ou resposta a desafio
Algo possuídoTelefone registrado, notificação de aplicativo ou chave física
Algo inerenteImpressão digital ou reconhecimento facial

A autenticação multifator do pode pedir chamada telefônica, notificação do , chave de segurança ou outro método registrado. O pode exigir conforme identidade, dispositivo, local, aplicação ou risco.

Resumo do tópico

combina fatores independentes de conhecimento, posse ou biometria para que uma senha roubada não baste.

9. no

A elimina a senha do acesso cotidiano e usa dispositivo confiável com PIN ou biometria. Após o registro, o usuário comprova posse localmente sem transmitir um segredo reutilizável como uma senha.

O módulo destaca Windows Hello para Empresas, e chaves de segurança FIDO2. Eles reduzem adivinhação, reutilização, roubo e , além de melhorar a experiência.

Resumo do tópico

A entrada sem senha substitui credenciais reutilizáveis por dispositivo confiável e prova local por PIN ou biometria.

10. Windows Hello, e FIDO2

Métodos sem senha.
MétodoFuncionamentoUso indicado
Windows Hello para EmpresasVincula PIN ou biometria ao PC do usuário e integra-se a e Profissionais com dispositivo Windows designado
Envia correspondência numérica ao iOS ou Android e confirma com biometria ou PINEntrada móvel sem senha
Chave de segurança FIDO2Usa autenticador WebAuthn resistente a por USB, NFC ou BluetoothAcesso portátil de alta garantia

A chave FIDO2 é registrada para o usuário e escolhida como método principal. O hardware realiza a prova criptográfica, portanto não existe senha reutilizável para ser exposta ou adivinhada.

Comparação entre Windows Hello para Empresas, Microsoft Authenticator e chaves de segurança FIDO2.
Comparação entre Windows Hello para Empresas, e chaves de segurança FIDO2.

Resumo do tópico

, e chaves FIDO2 atendem experiências sem senha vinculadas a dispositivo, celular ou hardware.

11. Identidades externas e o limite do locatário

Uma identidade externa pertence a pessoa, dispositivo ou serviço fora do locatário. A permite que parceiros, fornecedores, prestadores, clientes e consumidores usem identidades existentes, enquanto o locatário de recursos controla autorização e políticas.

O provedor externo autentica e a organização autoriza pelo ou capacidades para clientes. Podem ser usadas contas corporativas, identidades sociais como Google ou Facebook, contas Microsoft e identidades digitais governamentais compatíveis.

Resumo do tópico

ID externa permite que parceiros e clientes tragam a própria identidade enquanto o locatário do recurso controla autorização e políticas.

12. Colaboração B2B, conexão direta e identidade de clientes

Capacidades de identidade externa.
CapacidadeRepresentação e cenário
Colaboração B2BO usuário externo entra com a identidade preferida e normalmente aparece como convidado
Conexão direta B2BDois locatários estabelecem confiança para canais compartilhados do Teams; o usuário permanece no locatário de origem
para clientesGerencia identidade e acesso de consumidores a ou aplicativos personalizados, não a aplicativos Microsoft

Participantes de conexão direta não são objetos convidados, mas aparecem no canal compartilhado e nos relatórios do Centro de administração do Teams. As capacidades podem ser combinadas conforme os recursos compartilhados.

Modelos de identidade externa para convidados B2B, conexão direta e aplicativos de clientes.
Modelos de identidade externa para convidados B2B, conexão direta e aplicativos de clientes.

Resumo do tópico

Convidados B2B, conexão direta B2B e identidade de clientes atendem colaboração no diretório, Teams entre locatários e aplicações de consumidores.

13. Governança do acesso de convidados

Administradores ou usuários autorizados podem convidar pessoas de outros locatários e identidades sociais compatíveis. O acesso não deve permanecer indefinidamente apenas porque um projeto o exigiu no passado.

As revisões de acesso pedem ao convidado ou responsável que confirme a necessidade. O oferece recomendações e, ao final, o acesso é mantido, ajustado ou removido.

Resumo do tópico

Convites devem ser acompanhados por revisões para recertificar, ajustar ou remover permissões de convidados ao longo do tempo.

14. : sinais, decisões e aplicação

O do avalia usuário, função, local, dispositivo, aplicativo, rede e risco. Durante a entrada, reúne contexto, toma a decisão da política e aplica o resultado: permitir, bloquear ou exigir controle adicional como .

Uma solicitação rotineira em dispositivo compatível e local conhecido pode prosseguir. Local estranho, equipamento não gerenciado, função privilegiada ou entrada arriscada podem exigir autenticação mais forte ou bloqueio.

Fluxo de Acesso Condicional dos sinais de identidade até permitir, bloquear ou exigir MFA.
Fluxo de dos sinais de identidade até permitir, bloquear ou exigir .

Resumo do tópico

converte sinais de usuário, dispositivo, local, aplicação, rede e risco em permissão, bloqueio ou exigência de .

15. Cenários comuns de

  • Exigir de administradores, funções privilegiadas, aplicações sensíveis ou acessos fora de redes confiáveis.
  • Permitir um serviço somente por aplicativos cliente aprovados.
  • Exigir dispositivos gerenciados, seguros e em conformidade.
  • Bloquear locais desconhecidos, redes inesperadas, entradas arriscadas ou origens não confiáveis.

O equilibra produtividade e proteção ao adicionar atrito quando o contexto justifica. As políticas devem ser testadas para não bloquear contas de emergência ou cargas críticas.

Resumo do tópico

Use políticas contextuais para proteger funções privilegiadas, aplicações sensíveis, clientes aprovados, dispositivos conformes e origens confiáveis.

16. do e privilégio mínimo

O do (controle de acesso baseado em função do ) autoriza ações sobre recursos do . Ele aplica privilégio mínimo ao definir o que uma entidade de segurança pode fazer e onde. Funções internas cobrem padrões comuns, e funções personalizadas representam tarefas específicas.

Atribuir funções a grupos simplifica integração e mudanças: um novo engenheiro recebe as permissões do grupo e as atribuições podem alcançar recursos novos. Uma função pode administrar, oferecer leitura ou conceder ações estreitas.

Resumo do tópico

do atribui funções internas ou personalizadas a entidades em um escopo e aplica privilégio mínimo ao gerenciamento de recursos.

17. Escopos e herança do do

Hierarquia de escopos.
EscopoEfeito da herança
Grupo de gerenciamentoHerda-se em assinaturas, grupos de recursos e recursos
AssinaturaHerda-se em todos os grupos e recursos da assinatura
Grupo de recursosHerda-se nos recursos do grupo
RecursoAplica-se somente ao recurso selecionado

Proprietário em grupo de gerenciamento pode administrar assinaturas descendentes; Leitor em assinatura vê todos os grupos e recursos. Escolher o escopo é tão importante quanto escolher a função.

Atribuição do RBAC do Azure formada por entidade, função e escopo hierárquico.
Atribuição do do formada por entidade, função e escopo hierárquico.

Resumo do tópico

Atribuições são herdadas de grupos de gerenciamento para assinaturas, grupos de recursos e recursos; função e escopo devem ser projetados juntos.

18. Como o do é aplicado

O do avalia operações de gerenciamento que passam pelo a partir do portal do , , ou CLI do . Ele não protege automaticamente a autorização interna de uma aplicação nem todas as operações do plano de dados.

O modelo é aditivo e baseado em permissão. Se uma atribuição concede leitura e outra escrita no escopo efetivo, a entidade recebe ambas. A governança precisa examinar o resultado combinado e a herança.

Resumo do tópico

aplica permissões aditivas a operações de gerenciamento; autorização de aplicação e dados pode exigir controles próprios.

19. Princípios de

começa assumindo que uma violação é possível e trata toda solicitação como se viesse de rede sem controle. Adapta-se ao trabalho móvel e a pessoas, dispositivos, aplicações e dados distribuídos sem confiar apenas pela localização interna.

Três princípios de .
PrincípioSignificado prático
Verificar explicitamenteAutenticar e autorizar com dados de identidade, dispositivo, local, serviço e risco
Usar privilégio mínimoLimitar acesso com controles Just-In-Time, Just-Enough-Access, adaptativos e proteção de dados
Pressupor violaçãoSegmentar, verificar criptografia de ponta a ponta, analisar atividade, detectar ameaças e reduzir impacto
Princípios de Confiança Zero: verificar explicitamente, usar privilégio mínimo e pressupor violação.
Princípios de : verificar explicitamente, usar privilégio mínimo e pressupor violação.

Resumo do tópico

verifica explicitamente, concede privilégio mínimo e pressupõe violação para reduzir oportunidades e impacto.

20. na prática

Projetos tradicionais costumavam confiar em computadores gerenciados dentro da rede e restringir e dispositivos pessoais. troca confiança por localização por avaliação contínua e contextual.

Um usuário em rede pública e dispositivo não gerenciado pode acessar aplicações de baixo risco, receber em sistemas sensíveis ou ser bloqueado se o risco for alto. A decisão muda com os sinais.

Resumo do tópico

O acesso é reavaliado por identidade, integridade do dispositivo, sensibilidade e risco, não apenas pela localização na rede.

21. Defesa em profundidade e suas camadas

Defesa em profundidade coloca salvaguardas independentes entre o invasor e os dados. Se um controle falhar, a próxima camada atrasa o avanço, limita a exposição e gera sinais para resposta manual ou automática.

O modelo inclui segurança física, identidade e acesso, perímetro, rede, computação, aplicação e dados. É uma orientação de decisões, não um produto único, e evita depender de uma só fronteira.

Sete camadas de defesa em profundidade protegendo os dados no centro.
Sete camadas de defesa em profundidade protegendo os dados no centro.

Resumo do tópico

Controles físicos, de identidade, perímetro, rede, computação, aplicação e dados evitam que uma única falha exponha a carga.

22. Defesas física, de identidade e de perímetro

  • A segurança física protege prédios, hardware e ativos contra acesso, roubo ou perda.
  • Identidade e acesso protege contas, limita permissões de infraestrutura e mudanças, usa e e audita eventos.
  • O perímetro identifica ataques, usa proteção contra DDoS e firewalls para bloquear e alertar sobre atividade maliciosa.

Resumo do tópico

Proteções físicas defendem hardware, identidade protege contas e o perímetro absorve ou bloqueia ataques de rede.

23. Defesas de rede e computação

  • A rede segmenta recursos, nega por padrão, restringe entrada da Internet, limita saída e protege conectividade local.
  • A computação protege , implementa proteção de ponto de extremidade, remove malware e mantém sistemas atualizados.

A segmentação reduz a partir de um sistema comprometido. Caminhos administrativos seguros e correções atuais diminuem pontos de entrada exploráveis.

Resumo do tópico

Segmentação, negação por padrão, administração segura, proteção de ponto de extremidade e correções limitam entrada e .

24. Defesas de aplicação e dados

  • A segurança da aplicação começa no ciclo de desenvolvimento, exige padrões seguros, elimina vulnerabilidades e mantém segredos fora do código.
  • A segurança dos dados protege confidencialidade, integridade e disponibilidade e aplica criptografia em repouso e em trânsito.

Invasores buscam bancos de dados, discos de , como e armazenamento de nuvem. Por isso os dados ficam no centro do modelo.

Resumo do tópico

Desenvolvimento seguro e segredos externos protegem aplicações; controles de acesso e criptografia defendem os dados procurados pelo invasor.

25. Criptografia em repouso e em trânsito

Criptografia torna a informação ilegível para pessoas não autorizadas. Em repouso protege bancos, discos e contas de armazenamento; em trânsito protege dados entre serviços, aplicações, e usuários. Uma arquitetura forte usa ambas.

Em uma aplicação com do e , registros de clientes devem permanecer criptografados armazenados e ao atravessar camadas ou conexões. A proteção também depende de identidade, autorização e chaves corretas.

Resumo do tópico

Proteja a confidencialidade com criptografia em repouso no armazenamento e em trânsito entre usuários, , aplicações e serviços.

26. Gerenciamento de chaves e segredos com

centraliza segredos como senhas e cadeias de conexão, chaves de criptografia e certificados. As aplicações recuperam os valores durante a execução em vez de guardar credenciais no código ou em arquivos de configuração.

  • Controlar e auditar quem pode ver ou usar chaves e segredos.
  • Separar responsabilidades de visualização, uso e rotação.
  • Girar chaves e alertar antes do vencimento para evitar interrupções.
  • Usar identidades gerenciadas para acessar sem credenciais codificadas.
Criptografia em repouso e em trânsito com segredos, chaves e certificados centralizados no Cofre de Chaves.
Criptografia em repouso e em trânsito com segredos, chaves e certificados centralizados no .

Resumo do tópico

centraliza segredos, chaves e certificados com controle, auditoria, rotação, separação de responsabilidades e identidades gerenciadas.

27. Cobertura do

combina gerenciamento de postura de segurança e proteção contra ameaças. Ele monitora recursos do , locais, híbridos e multinuvem, recomenda melhorias e gera alertas.

  • Muitos serviços nativos do não exigem implantação extra; componentes de coleta podem ser adicionados para sinais mais profundos.
  • estende planos a servidores externos, enquanto o CSPM avalia recursos multinuvem.
  • A cobertura inclui , , do , , redes e plataformas de contêiner.
  • Na AWS, amplia recomendações, Defender para Contêineres para Amazon EKS e Defender para Servidores para EC2; também avalia e protege GCP.
Cobertura do Microsoft Defender para Nuvem no Azure, ambiente local, AWS e GCP.
Cobertura do no , ambiente local, AWS e GCP.

Resumo do tópico

fornece postura e proteção contra ameaças no , infraestrutura híbrida, AWS e GCP.

28. Avaliar, proteger e defender

Três funções do .
FunçãoCapacidades
Avaliar continuamenteAcompanhar postura e vulnerabilidades em máquinas, registros de contêiner, SQL, dados e infraestrutura
ProtegerUsar , parâmetro de comparação de segurança na nuvem da Microsoft, recomendações, controles e pontuação de segurança
DefenderGerar alertas e proteção avançada para máquinas, bancos, contêineres, aplicações Web e redes

Defender para Servidores pode integrar-se ao e mostrar achados do . As políticas podem ser aplicadas no grupo de gerenciamento, assinatura ou locatário.

Alertas identificam recursos, sugerem correção, podem acionar um aplicativo lógico e ser exportados. A análise de cadeia de ataque correlaciona alertas. A proteção avançada inclui acesso Just-In-Time a VM, portas restritivas e controles adaptativos.

Resumo do tópico

Defender para Nuvem avalia vulnerabilidades, fortalece recursos com políticas e pontuação de segurança e correlaciona alertas acionáveis.

29. Avaliação do módulo com respostas explicadas

Verificação reformulada.
PerguntaRespostaMotivo
Qual controle altera exigências conforme localização e outros sinais?Ele avalia contexto e permite, bloqueia ou exige autenticação adicional.
Qual modelo começa presumindo o pior cenário?Ele pressupõe violação e verifica toda solicitação.
Uma entidade recebe leitura, escrita e leitura/escrita por funções diferentes. O que fica efetivo?Leitura e escritaAs atribuições permissivas se somam no escopo efetivo.
Qual serviço armazena segredos, certificados e chaves?Ele centraliza material protegido e acesso controlado em execução.

Resumo do tópico

A avaliação reforça , , permissões aditivas do e para chaves, segredos e certificados.

30. Resumo e prática com Copilot

estabelece e autentica identidades; e do decidem condições e escopo. e defesa em profundidade orientam o projeto; criptografia e protegem dados e chaves; avalia e defende cargas.

A fonte recomenda Microsoft Certified: Security, Compliance, and Identity Fundamentals. Também menciona pagamento conforme o uso e avaliação gratuita do por até 30 dias; confirme a oferta atual.

Explore com o Copilot Chat

  • Crie um cenário em que , , e do se reforcem em .
  • Compare , e identidades externas com exemplos.
  • Simule um incidente e explique como criptografia, chaves, defesa em profundidade e reduzem o impacto.

31. Glossário e referências oficiais

Termos essenciais.
TermoDefinição
AutenticaçãoVerificação da identidade de pessoa, dispositivo, serviço ou carga.
AutorizaçãoDecisão sobre o que uma entidade autenticada pode fazer e em qual escopo.
LocatárioLimite dedicado do com identidades, aplicações e políticas.
Mecanismo contextual que converte sinais de entrada em aplicação de políticas.
do Sistema do baseado em funções e escopos.
Modelo que verifica explicitamente, limita privilégios e pressupõe violação.
Defesa em profundidadeCamadas que impedem que a falha de um controle exponha os dados.
CSPMGerenciamento de postura para configuração, risco e conformidade multinuvem.
  1. Introdução ao
  2. Métodos de autenticação
  3. do
  4. Centro de orientação de
  5. Introdução ao
  6. Guia de estudo AZ-305