Projete soluções de migração de cargas e dados para o Azure
Planeje, avalie, execute e opere migrações com o Cloud Adoption Framework, Migrações para Azure e ferramentas de banco de dados e transferência online ou offline.
Tempo de estudo sugerido: 92 minutos • Nível intermediário • Reescrita autoral completa com resumo conciso de cada tópico
Por João Ricardo Dutra••Conteúdo autoral completo
1. Comece pelas evidências do negócio, não pelo produto
Um arquiteto do recomenda como máquinas virtuais, bancos de dados, aplicações e arquivos serão movidos e governados depois da transição. Considere a Tailwind Traders, varejista mundial fictícia cujo site, dados operacionais e vídeos ainda residem em datacenters próprios. A compra de hardware e a entrega manual de software reduzem a agilidade; o resultado esperado é acelerar mudanças sem perder segurança, resiliência ou controle operacional. Conhecimentos básicos de e máquinas virtuais são o ponto de partida recomendado.
Avaliar a migração por meio do Cloud Adoption .
Criar um plano ordenado e examinar dependências locais.
Relacionar cada carga e tipo de dado ao serviço adequado.
Escolher transferência online ou offline conforme volume, largura de banda, indisponibilidade e segurança.
Uma recomendação defensável liga resultados de negócio a evidências técnicas mensuradas.
Resumo do tópico
Defina resultado, escopo, partes interessadas, dependências, tolerância à parada, recuperação, normas, competências e orçamento antes de escolher a ferramenta.
2. Use o Cloud Adoption como mapa operacional
O Cloud Adoption para Microsoft organiza a adoção em Estratégia, Plano, Preparação, Migração, Modernização, Nativo de nuvem, Governança, Segurança e Gerenciamento. Estratégia esclarece motivações; Plano transforma o portfólio em ondas; Preparação estabelece a zona de destino. Migração, modernização ou uma construção nativa tratam a implementação, enquanto governança, segurança e gerenciamento continuam durante todo o ciclo.
O material de origem cita o Programa de Migração e Modernização do . Atualmente a Microsoft reúne o apoio de migração e IA sob o Accelerate. Preserve a ideia arquitetural — especialistas, avaliações, investimentos e ajuda de implementação — e use o nome vigente ao contratar o programa.
A adoção é um ciclo administrado, não um evento isolado de cópia.
Resumo do tópico
O conecta a intenção executiva, a preparação da plataforma, a entrega das cargas e os controles que sustentam a nuvem no longo prazo.
3. Converta o portfólio em ondas e iterações
O plano registra quais cargas migram, em que ordem, qual abordagem e destino usarão, quem decide e como sucesso ou reversão serão avaliados. Agrupe aplicações com servidores, dados, identidades, rotas, certificados, tarefas, monitoramento e integrações de terceiros. Ondas de baixo risco e serviços fundamentais devem abrir caminho para os sistemas críticos.
Em cada onda, repita Avaliar–Implantar–Liberar. A avaliação produz prontidão e backlog; a implantação cria e testa o destino; a liberação realiza a virada, valida a jornada de negócio e transfere a responsabilidade para governança, operações e segurança.
Cada onda produz evidências para a seguinte e contém um limite de reversão testado.
Resumo do tópico
Inclua grupos de dependências, ondas, responsáveis, arquitetura de destino, critérios de aceite, comunicação, virada, reversão e propriedade pós-liberação.
4. Execute as quatro etapas da migração
Organize o trabalho em Avaliar, Migrar, Otimizar e Monitorar. A primeira etapa descobre o escopo e escolhe destinos. A migração provisiona recursos, replica ou transfere dados, testa uma carga não crítica, valida e faz a virada. Guarde backups ou arquivos obrigatórios no antes de desativar a origem. A otimização ajusta custo e desempenho com dados reais. O monitoramento mantém integridade, , métricas, alertas e automação no novo estado operacional.
A migração só termina quando a carga é operável, observável e governada financeiramente.
Resumo do tópico
As quatro etapas impedem que o ato de mover esconda a qualidade da avaliação, o ajuste posterior e as operações contínuas.
5. Escolha entre rehospedar, refatorar, rearquitetar e recompilar
Rehospedar move a carga com pouca ou nenhuma alteração de código: é rápido, mas conserva mais limitações. Refatorar ou reempacotar introduz mudanças pontuais para usar serviços gerenciados como ,,,, ou .
Rearquitetar modifica significativamente o desenho da aplicação ou dos dados — por exemplo, decompondo um monólito — para ganhar escala e agilidade. Recompilar cria uma solução nativa de nuvem com recursos como , IA, ou quando a implementação antiga não alcança o objetivo futuro.
Mais transformação pode liberar mais valor de nuvem, porém aumenta esforço e risco.
Compromissos das estratégias.
Estratégia
Mudança
Objetivo comum
Cuidado
Rehospedar
Mínima
Mover rápido e sair de um
Custos e restrições antigas permanecem
Refatorar
Pontual
Adotar com pouco código
Compatibilidade e regressão
Rearquitetar
Substancial
Melhorar escala, resiliência ou entregas
Complexidade e prazo
Recompilar
Nova implementação
Criar um produto nativo
Paridade funcional e transição dos dados
Resumo do tópico
Escolha por carga considerando valor, prazo, dívida técnica, compatibilidade, habilidades, risco e modelo operacional.
6. Crie uma linha de base de descoberta e avaliação
Inventarie aplicações, servidores, bancos, armazenamento, redes, identidades, integrações e responsáveis. Mapeie dependências em execução para não separar um servidor do banco ou serviço compartilhado necessário. Registre núcleos, memória, capacidade, IOPS, taxa de transferência, saída de rede, utilização, sistema operacional, suporte, licenças, classificação e picos sazonais.
Use calculadoras de preços e custo total do , documentando premissas. Envolva aplicação, infraestrutura, segurança, finanças e negócio para confirmar criticidade, RTO, RPO, janelas e critérios de aceite.
Resumo do tópico
A avaliação converte um ambiente incerto em mapa de dependências, dimensionamento, riscos, recomendação de destino e backlog.
7. Descubra e dimensione com
reúne descoberta, avaliação e movimentação de servidores, bancos, aplicações Web, áreas de trabalho virtuais e dados com ferramentas Microsoft e de parceiros. A descoberta de servidores pode dispensar agente; agentes opcionais ou recursos do dispositivo aprofundam a análise de dependências. VMware, Hyper-V e servidores físicos ou de outras nuvens com Windows e Linux estão entre os cenários.
Em Descoberta e avaliação, implante e configure o dispositivo, inicie a descoberta, agrupe máquinas dependentes, crie avaliações e revise prontidão, tamanho, custo e relações. O dimensionamento por desempenho usa CPU, memória, IOPS e taxa de disco e saída de rede observadas, evitando reproduzir especificações locais superdimensionadas.
Demanda observada e dependências produzem um destino mais confiável que a capacidade instalada.
Resumo do tópico
centraliza evidências e recomendações; colete uma janela representativa e valide todas as premissas geradas.
8. Selecione a capacidade de migração correta
Ferramentas principais.
Necessidade
Capacidade
Papel
Servidores
Migração e modernização em
Replicar e mover VMware, Hyper-V, servidores físicos e VMs
Aplicações Web
Assistente de Migração do
Avaliar e mover aplicações compatíveis
Bancos relacionais
Assistente de Migração de Dados e
Avaliar compatibilidade e mover esquema/dados
Dados do
Ferramentas atuais de migração do
Mover dados compatíveis para a escolhida
Áreas de trabalho
Orientação da
Planejar pools, perfis, identidade e usuários
Grande volume offline
Enviar um dispositivo criptografado gerenciado
Recursos entre regiões
Coordenar movimentações regionais compatíveis
Uma aplicação de negócio pode exigir diversas ferramentas coordenadas.
Resumo do tópico
Escolha por tipo de carga e destino e coordene tudo na mesma onda orientada a dependências.
9. Mova recursos do entre regiões com cuidado
centraliza a movimentação de recursos compatíveis entre regiões. Identifica dependências, prepara e inicia a mudança, permite testar antes da confirmação e apoia a limpeza da origem. Movimentações entre grupos de recursos ou assinaturas usam operações próprias do , não o fluxo entre regiões.
Confirme suporte, cotas, identidades, funções, políticas, , pontos de extremidade privados, chaves, backup e dependências no destino. Teste a aplicação completa e só remova a origem quando retenção e recuperação permitirem.
Resumo do tópico
Mover recursos é uma operação de dependência e ciclo de vida; região, assinatura e grupo de recursos utilizam mecanismos distintos.
10. Migre bancos com o
O é gerenciado e atende destinos compatíveis como ,,,, e . O suporte varia por origem, destino, versão, região e extensão; confira a matriz atual.
No modo offline, as gravações de origem param durante a cópia final, simplificando o processo com maior indisponibilidade. No online, alterações continuam sendo sincronizadas e a virada final é curta, mas há mais pré-requisitos. O exemplo didático distingue opções online e offline do SQL Server para instância gerenciada ou VM e um caminho offline para ; a ferramenta atual pode oferecer cenários adicionais.
Tolerância à parada, compatibilidade e consistência orientam o modo.
Resumo do tópico
Use matriz atual, avaliação de compatibilidade, ensaio representativo e plano validado de virada e reversão.
11. Prepare compatibilidade e virada do banco
Avalie mecanismo, versão, recursos bloqueados ou preteridos, ordenação, extensões e dependências.
Dimensione camada e capacidade com utilização e crescimento medidos.
Transfira esquema, usuários, logons, funções, credenciais, trabalhos, vínculos e conexões.
Automatize passos repetíveis e proteja segredos e chaves.
Escolha online ou offline, ensaie a duração, defina congelamento, valide dados e transações e teste reversão.
Planeje monitoramento, backup, alta disponibilidade, manutenção, segurança e custo.
Resumo do tópico
A cópia é apenas uma parte: compatibilidade, objetos de segurança, automação, virada da aplicação, validação e operação determinam o sucesso.
12. Planeje a transferência online de dados não estruturados
Arquivos, compartilhamentos e objetos podem precisar permanecer disponíveis enquanto terabytes ou petabytes são movidos. Meça volume, quantidade e tamanho dos arquivos, taxa de alteração, fidelidade de e ACLs, protocolo, origem, destino, largura de banda, limitação, latência, criptografia e janela.
A carga inicial pode ocorrer pela rede ou ser semeada com . Depois, uma sincronização online incremental captura as alterações antes da virada.
Resumo do tópico
Quantifique dados, rede, , alterações, sincronização, validação e janela antes de escolher o padrão online.
13. Use o Migrador de do
O Migrador de do executa transferências gerenciadas e repetíveis para o armazenamento. Os recursos atuais abrangem origens SMB e NFS compatíveis — locais e determinados cenários com Amazon S3 — e destinos como , e . Verifique a matriz porque protocolos e combinações evoluem.
Um projeto define pontos de extremidade e trabalhos. Nos cenários baseados em agente, um agente próximo da origem transfere os dados; cenários compatíveis dispensam o dispositivo. aceitos, como datas, atributos, ACLs e informações NFS, são preservados. Para grandes volumes, faça a carga inicial por Data Box e sincronize a diferença online.
Migração controlada e sincronização híbrida resolvem necessidades diferentes.
Resumo do tópico
Confirme protocolo, pontos de extremidade, , agente, escala e cópia incremental para o cenário exato.
14. Use a Sincronização de em um modelo híbrido
A Sincronização de centraliza compartilhamentos Windows nos e mantém em Windows Server próximos aos usuários. Os acessos locais continuam familiares; a camada de nuvem conserva arquivos frequentes no servidor e troca conteúdo frio por espaços reservados. Isso pode complementar ou substituir servidores, NAS e parte de uma topologia DFS.
Os cenários incluem lift-and-shift gradual, distribuído, consolidação de filiais, preparação para backup e recuperação e reconstrução rápida de servidor. Aplicações acessam o servidor local por SMB ou por outro protocolo que ele exponha, como serviços NFS ou FTPS compatíveis, enquanto a sincronização com o continua sob controle do serviço. Planeje identidade, inclusive casos com , rede, pontos de extremidade, camadas, desempenho de recall, conflitos, backup e monitoramento.
Resumo do tópico
Escolha a sincronização quando os forem a fonte central e desempenho ou compatibilidade local em Windows Server precisar continuar.
15. Transfira seus próprios discos com Importação/Exportação do
Importação/Exportação do utiliza HDDs ou SSDs SATA do cliente. Na importação, crie o trabalho, prepare e grave as unidades, envie-as e a Microsoft copia para ou . Na exportação, envie discos vazios; a Microsoft grava dados de Blob e devolve as unidades. não são compatíveis com exportação.
BitLocker protege as unidades; o trabalho exige mídias aceitas e conta na transportadora; são permitidos até dez discos. O serviço atende migração, backup ou recuperação offline e distribuição quando o transporte físico é mais prático que a rede.
A transferência offline troca largura de banda por logística, custódia e validação.
Resumo do tópico
Confira mídia, destinos de importação e exportação, criptografia, transporte, limite do trabalho e eliminação segura.
16. Use para capacidade offline gerenciada
é um dispositivo resistente a violações, fornecido pela Microsoft. Solicite pelo , conecte à rede local, desbloqueie e configure na interface local, copie, devolva com rastreamento e aguarde a carga criptografada nas contas indicadas. Chaves gerenciadas pelo cliente e cadeia de custódia podem integrar o processo.
As capacidades atuais de nova geração são 120 TB e 525 TB. Equipamentos antigos de 80 TB e Data Box Heavy possuem cronogramas de desativação; consulte o catálogo regional. Use para mais de aproximadamente 40 TB, conectividade limitada ou cara, saída de , envio único, mídias/ periódicos ou carga inicial antes de uma sincronização incremental.
Resumo do tópico
Confirme capacidade, região, destino, criptografia, transporte, velocidade de cópia, validação e situação do modelo.
17. Compare rede, disco, dispositivo e clientes
Guia de transferência.
Opção
Melhor adequação
Transporte
Limitação
Migrador de do
Migração online repetível
Controle gerenciado e agente ou caminho compatível
Duração da rede e matriz
Sincronização de
com Windows contínuo
Sincronização pela rede
Não é ferramenta genérica de cópia única
Importação/Exportação do
Trabalho offline com discos disponíveis
Discos do cliente
Dez unidades; exportação só de Blob
Grande volume offline gerenciado
Dispositivo Microsoft
Disponibilidade e prazo físico
/
Cópias online moderadas
Cliente e rede
Host, banda e operação de novas tentativas
Importação/Exportação do usa mídias do cliente e não inclui um dispositivo Microsoft personalizado nem um fluxo integrado por parceiros. fornece o dispositivo gerenciado, o transporte da Microsoft e o ecossistema de integração compatível.
Resumo do tópico
Calcule duração e esforço operacional total; o menor preço do serviço nem sempre representa o caminho de menor risco.
18. Otimize com evidências de produção
Compare a utilização real com as premissas. revela gastos e orçamentos; o recomenda melhorias de custo, confiabilidade, segurança, excelência operacional e desempenho. Redimensione computação e bancos, remova ociosidade, avalie reservas ou economia para uso estável e ajuste camadas e rede.
Preserve os objetivos de serviço. Registre e teste mudanças e mantenha arquitetura, propriedade financeira e previsões atualizadas.
Resumo do tópico
Otimização é um ciclo orientado por evidências entre custo, desempenho, resiliência, segurança e operações.
19. Monitore, proteja e opere o ambiente migrado
reúne dados da plataforma e do convidado em Windows e Linux. Projete métricas, , espaços de trabalho, painéis, integridade e alertas para jornadas e dependências, não só servidores isolados. Alertas podem reagir a métricas, consultas de , integridade ou condições de dimensionamento automático.
correlaciona sinais de segurança. Complete a passagem com runbooks, escalonamento, atualizações, testes de backup e recuperação, capacidade, custos, revisões de acesso e desativação da origem somente após o fim das obrigações de retenção e reversão.
Resumo do tópico
A carga está pronta quando observabilidade, resposta de segurança, recuperação, responsáveis, runbooks e ciclo de vida foram testados.
20. Aplique um processo decisório ponta a ponta
Defina resultados e restrições.
Inventarie cargas e dependências.
Avalie prontidão, compatibilidade, tamanho, custo, RTO e RPO.
Escolha rehospedar, refatorar, rearquitetar, recompilar ou desativar.
Selecione destinos e ferramentas pelas matrizes atuais.
Prepare zona de destino, identidade, rede, segurança, backup e monitoramento.
Pilote, ensaie, comunique, migre, valide, faça a virada e preserve a reversão.
Otimize, monitore, governe, proteja e transfira formalmente para operações.
Verificação: para mínima alteração, escolha rehospedar; para descoberta e avaliação unificadas, ; para grande volume e banda insuficiente, . As respostas só são úteis quando as restrições estão explícitas.
Resumo do tópico
A recomendação deve ser rastreável do requisito à evidência, estratégia, destino, ferramenta, virada, validação, reversão e operação.
21. Recapitulação e recursos atuais
Você já pode avaliar pelo Cloud Adoption , organizar o plano, examinar cargas locais, escolher e ferramentas especializadas, mover bancos estruturados e definir caminhos online ou offline para dados não estruturados. Pratique justificar a opção e dizer qual evidência mudaria sua decisão.
Pratique com o Microsoft Copilot
Peça um checklist de migração orientado às dependências de uma aplicação específica.
Compare destinos por compatibilidade, parada, disponibilidade, operação e custo.
Compare transferência online e offline informando volume, velocidade, alterações e janela; valide tudo na documentação atual.
A habilidade cobrada é julgamento arquitetural: ligar metas e restrições mensuradas à estratégia, combinação de serviços, virada e operação sustentável no .