Fundamentos de Computação em Nuvem no Azure
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AZ-900Capítulo 1

Estudo para a Certificação Microsoft AZ-900

Fundamentos de Computação em Nuvem no Azure

Modelos de nuvem, responsabilidade compartilhada, Azure Arc, Solução VMware no Azure, consumo, CapEx, OpEx e planejamento de capacidade

Tempo de estudo sugerido: 50 minutos • Nível iniciante • Alinhado ao domínio de conceitos de nuvem do AZ-900

Escudo neon de Azure Fundamentals cercado por símbolos de nuvem, computação, rede, armazenamento, identidade, governança e análise

1. Fundamentals e o papel deste capítulo

Objetivos de aprendizagem

  • Definir e reconhecer os serviços de TI que podem ser entregues pela Internet.
  • Explicar como o modelo de muda entre ambiente local, , e .
  • Diferenciar nuvens pública, privada, híbrida e e escolher um modelo para cada cenário.
  • Relacionar e a ambientes híbridos e .
  • Comparar despesas de capital () e despesas operacionais ().
  • Explicar consumo, pagamento conforme o uso, e planejamento de capacidade na nuvem.
Os quatro eixos do capítulo: conceito, responsabilidade, implantação e economia.
Os quatro eixos do capítulo: conceito, responsabilidade, implantação e economia.

Como estudar este capítulo

Na primeira leitura, procure entender as relações entre os conceitos. Depois, use os diagramas e tabelas para comparar modelos. Na revisão, tente justificar cada decisão: qual modelo de nuvem usar, quem administra cada camada e como o consumo afeta custo e capacidade.

é uma plataforma de que reúne serviços para soluções simples e complexas. Ela pode hospedar aplicações web, executar , oferecer armazenamento remoto e bancos de dados, centralizar identidades com e disponibilizar recursos de inteligência artificial e Internet das Coisas ().

Fundamentals organiza a introdução ao em três trilhas conceituais e uma experiência voltada à exploração prática. O conjunto cobre conceitos de nuvem, arquitetura e serviços do , além de gerenciamento e governança. Conteúdo guiado e verificações de conhecimento ajudam a consolidar o vocabulário.

A trilha atende quem está começando, quem já trabalha com nuvem e quem pretende fazer o Exame AZ-900: Fundamentals. Experiência técnica anterior não é obrigatória, embora conhecimentos gerais de TI facilitem o aproveitamento.

Domínios do Exame AZ-900 e peso relativo informado no material de referência.
DomínioPeso
Descrever conceitos de nuvem25–30%
Descrever a arquitetura e os serviços do 35–40%
Descrever o gerenciamento e a governança do 30–35%

2. O que é

é a disponibilização de capacidade computacional por uma rede, normalmente a Internet. Em vez de depender apenas de equipamentos instalados em um próprio, a organização solicita recursos de um provedor e os utiliza como serviços.

Esses serviços incluem infraestrutura tradicional de TI, como , armazenamento, bancos de dados e redes. A mesma plataforma também pode entregar recursos mais especializados, como , aprendizado de máquina e inteligência artificial.

O ponto central não é simplesmente armazenar algo fora da empresa. A nuvem transforma capacidade, software e plataformas em recursos que podem ser provisionados, ampliados, reduzidos e encerrados por demanda.

3. Da compra de infraestrutura ao provisionamento sob demanda

Em um tradicional, ampliar capacidade exige prever demanda, comprar hardware, preparar espaço, energia, refrigeração e rede e, só então, instalar sistemas. Esse ciclo pode levar semanas ou meses e continua gerando custo mesmo quando o equipamento fica ocioso.

Na nuvem, uma equipe pode criar recursos em minutos. Uma loja que espera pico de acessos em uma campanha sazonal pode aumentar a computação durante o evento e reduzi-la quando o tráfego normalizar, sem manter servidores extras durante todo o ano.

Essa abordagem melhora a agilidade, encurta ciclos de teste e permite distribuir serviços em regiões próximas aos usuários. Ela também facilita arquiteturas resilientes em mais de uma região sem exigir que a organização construa vários datacenters físicos.

4. Modelo de

O modelo de separa as tarefas do provedor de nuvem das tarefas do cliente. Em um ambiente local, a organização administra toda a pilha: edifício, energia, refrigeração, rede, servidores, sistemas operacionais, aplicações, identidades e dados.

Ao usar , a Microsoft assume a segurança física dos datacenters, a alimentação elétrica, a refrigeração, a rede física e os hosts físicos. A divisão das demais camadas depende do serviço contratado.

não significa que a segurança foi terceirizada por completo. O provedor protege a plataforma que oferece; o cliente deve proteger o modo como suas identidades, seus dados, suas configurações e seus recursos são usados.

A parcela operacional do cliente diminui de ambiente local para SaaS, mas dados e identidades continuam sob sua responsabilidade.
A parcela operacional do cliente diminui de ambiente local para , mas dados e identidades continuam sob sua responsabilidade.

5. Responsabilidades que não desaparecem na nuvem

Independentemente do modelo de serviço, o cliente continua responsável pelas informações armazenadas, pelos dispositivos autorizados a se conectar e pelas contas e identidades de pessoas, aplicações e equipamentos.

O cliente também decide quem recebe acesso, quais funções e políticas são aplicadas e como os dados serão classificados, retidos e protegidos. A Microsoft opera a infraestrutura de identidade, como , mas a organização gerencia seus próprios usuários, grupos, permissões e políticas.

A Microsoft permanece responsável pelo físico, pela rede física e pelos hosts físicos. Sistemas operacionais, controles de rede, aplicações, diretórios e partes da infraestrutura lógica variam conforme , ou .

6. Como a responsabilidade muda entre , e

entrega infraestrutura virtualizada e mantém a maior parcela de responsabilidade no cliente entre os três modelos de serviço. Em do , a Microsoft administra a infraestrutura física e a virtualização, enquanto o cliente mantém sistema operacional convidado, atualizações, aplicações, configurações de rede e dados.

fica no meio do espectro. Em um serviço gerenciado como , a Microsoft mantém a plataforma de banco de dados e a infraestrutura subjacente; o cliente continua responsável pelos dados inseridos, pelas identidades, pela autorização e pelas configurações que controla.

entrega uma aplicação pronta e transfere mais operação para o provedor. Mesmo assim, o cliente ainda administra dados, usuários, dispositivos, políticas de acesso e configurações do locatário. Quanto maior a abstração, menor a manutenção técnica direta, mas a responsabilidade de governança não desaparece.

A parcela operacional do cliente diminui de ambiente local para , mas dados e identidades continuam sob sua responsabilidade.
AmbienteDados e identidadesAplicaçõesSistema operacional e rede lógicaInfraestrutura física
LocalClienteClienteClienteCliente
ClienteClienteClienteMicrosoft
ClienteClienteCompartilhadaMicrosoft
ClienteCompartilhadaMicrosoftMicrosoft

7. Modelos de implantação: público, privado e híbrido

é uma infraestrutura construída e mantida por um provedor que oferece serviços a diferentes clientes. Os recursos são adquiridos sob demanda, sem que cada cliente precise possuir o físico.

atende exclusivamente uma organização. Pode operar no próprio ou em instalações dedicadas de terceiros. Ela oferece controle amplo sobre recursos e segurança, mas exige investimento, manutenção e planejamento de capacidade maiores.

conecta ambientes públicos e privados. A organização decide onde executar cada carga de trabalho e pode usar a para absorver picos temporários, integrar serviços ou atender requisitos específicos de segurança, conformidade e localização.

Modelos de implantação e tecnologias do Azure que ajudam a conectar e administrar ambientes.
Modelos de implantação e tecnologias do que ajudam a conectar e administrar ambientes.

8. Como escolher um modelo de nuvem

costuma ser indicada quando rapidez, e ausência de compra inicial de hardware são prioridades. O cliente paga pelo que consome, mas não controla toda a infraestrutura física.

favorece cenários que exigem dedicação de recursos e controle máximo. Em troca, a organização compra, atualiza e mantém hardware e precisa financiar capacidade antes de utilizá-la.

oferece a maior flexibilidade de posicionamento. Ela é adequada quando aplicações e dados precisam permanecer em locais diferentes, mas essa liberdade adiciona integração, conectividade, identidade, observabilidade e governança entre ambientes.

Modelos de implantação e tecnologias do que ajudam a conectar e administrar ambientes.
ModeloPrincipal benefícioPrincipal responsabilidade ou trade-off
PúblicaProvisionamento rápido, e sem compra inicial do .Menor controle sobre a infraestrutura física.
PrivadaRecursos dedicados e controle amplo.Compra, manutenção e atualização ficam com a organização.
HíbridaPosicionamento flexível entre ambientes público e privado.Integração e governança tornam-se mais complexas.
Uso de recursos de diferentes provedores públicos.Políticas, custos e segurança precisam ser coordenados entre plataformas.

9. : mais de um provedor público

significa utilizar dois ou mais provedores de . Uma empresa pode combinar recursos diferenciados, atender requisitos geográficos ou migrar gradualmente de um provedor para outro.

O modelo não é sinônimo de : híbrido combina e privada; combina vários provedores públicos e pode ou não incluir infraestrutura privada. Em ambos os casos, a organização precisa administrar identidades, políticas, custos, inventário e segurança em mais de um ambiente.

10. para gestão híbrida e

estende recursos de gerenciamento do a servidores, Kubernetes e outros recursos executados fora do . O objetivo é oferecer um plano de controle consistente para ambientes locais, híbridos e .

Com , equipes podem organizar inventário, aplicar políticas e observar recursos distribuídos sem afirmar que tudo foi movido fisicamente para o . A tecnologia ajuda a reduzir a fragmentação operacional entre diferentes locais e provedores.

11.

permite executar cargas de trabalho baseadas em VMware em uma implantada no . Isso oferece um caminho para ampliar ou migrar ambientes VMware usando integração e capacidade do .

A solução é útil quando a organização já possui competências, ferramentas e aplicações dependentes do ecossistema VMware. Ela não elimina o planejamento: redes, identidade, dados, continuidade, custos e responsabilidades operacionais ainda precisam ser definidos.

12. Modelo baseado em consumo

No modelo baseado em consumo, a organização utiliza recursos de TI enquanto precisa deles e libera capacidade quando ela deixa de ser necessária. A cobrança acompanha métricas do serviço, como tempo, armazenamento, transações ou capacidade provisionada.

Esse modelo evita a compra antecipada de todo o hardware de um e reduz o risco de manter grande quantidade de capacidade sem uso. Ele também permite adicionar recursos quando a demanda cresce e removê-los quando diminui.

Pagamento conforme o uso não significa custo automaticamente baixo. Recursos esquecidos, dimensionamento excessivo e transferência de dados podem gerar desperdício. O benefício depende de monitoramento, orçamento, automação e disciplina de encerramento.

13. e

, ou despesa de capital, representa investimento inicial em ativos físicos, como servidores, equipamentos de rede, espaço de , energia e refrigeração. O ativo é comprado antes de produzir valor e precisa ser dimensionado para uma demanda futura incerta.

, ou despesa operacional, representa gasto recorrente com serviços ao longo do tempo. Como a nuvem é consumida conforme o uso, seus custos são normalmente tratados como despesa operacional.

A mudança de para troca parte do compromisso antecipado por variabilidade. Isso melhora a capacidade de ajuste, mas exige previsão financeira contínua, limites, alertas e análise de custo por carga de trabalho.

Capacidade fixa exige previsão antecipada; aproxima recursos provisionados da demanda real.
ModeloComo o gasto ocorreExemplosPonto de atenção
Compra antecipada de ativosServidores, rede e espaço de Risco de capacidade ociosa ou insuficiente
Despesa recorrente conforme serviço e usoComputação e armazenamento consumidos na nuvemRisco de gasto variável sem governança

14. Planejamento de capacidade: e nuvem

No tradicional, superestimar demanda gera hardware ocioso; subestimar causa falta de capacidade e degradação até que novos equipamentos sejam comprados e instalados.

Na nuvem, a equipe aproxima a capacidade provisionada da demanda real. Pode escalar horizontalmente durante picos e reduzir recursos quando a carga cai. A encurta a reação, mas depende de arquitetura, limites de serviço e automação adequados.

Planejamento continua necessário. A diferença é que ele passa a combinar desempenho, regras de escala, cotas, orçamento e observação do consumo, em vez de se concentrar apenas na compra de hardware.

Capacidade fixa exige previsão antecipada; elasticidade aproxima recursos provisionados da demanda real.
Capacidade fixa exige previsão antecipada; aproxima recursos provisionados da demanda real.

15. Preços de nuvem e foco no negócio

Provedores de nuvem normalmente oferecem preços de pagamento conforme o uso. Isso ajuda a planejar custos operacionais, usar infraestrutura com mais eficiência e adaptar capacidade conforme a necessidade da carga.

Como a Microsoft mantém energia, refrigeração, hardware e rede física do , equipes podem dedicar mais tempo a aplicações e resultados de negócio. Ainda assim, devem escolher tamanhos, regiões e serviços de forma consciente.

O material oficial também apresenta opções de conta do , incluindo pagamento conforme o uso e ofertas gratuitas com condições próprias. Sempre confira a página atual do antes de assumir duração, créditos ou elegibilidade.

16. Cenários de revisão

Os cenários abaixo retomam a avaliação do módulo com formulações novas. O objetivo é reconhecer o conceito, não memorizar uma frase.

Ao justificar uma resposta, procure três pistas: como o serviço é entregue, quais ambientes participam e qual camada ainda depende do cliente.

CenárioRespostaRaciocínio
Uma empresa precisa disponibilizar computação e bancos de dados pela Internet sem construir outro .O conceito abrange vários serviços computacionais entregues pela rede; não apenas sites ou armazenamento.
A organização mantém uma nuvem dedicada e também usa um provedor público para absorver picos.O cenário conecta recursos privados e públicos.
A equipe quer o modelo em que administra sistema operacional, aplicação e dados de uma máquina virtual.Entre , e , mantém a maior responsabilidade técnica no cliente.

17. Síntese do capítulo

entrega recursos computacionais por rede e transforma capacidade em serviço sob demanda.

O cliente nunca deixa de responder por seus dados, identidades, dispositivos e decisões de acesso. A Microsoft sempre administra datacenters, rede física e hosts físicos do .

, privada, híbrida e resolvem necessidades diferentes. ajuda a administrar recursos distribuídos, e apoia cargas VMware no .

Consumo e aproximam capacidade e demanda. A migração de para reduz investimento inicial, mas torna gestão contínua de custos indispensável.

  • Defina nuvem pelo modo de entrega dos serviços, não apenas pela localização dos dados.
  • Associe responsabilidade ao nível de abstração: local > > > para o cliente.
  • Diferencie implantação pública, privada, híbrida e antes de escolher uma tecnologia.
  • Relacione e consumo ao equilíbrio entre demanda, desempenho e custo.
  • Use o CSV e a documentação oficial para preservar nomes localizados dos produtos Microsoft.

18. Explore com o Copilot Chat

Use o Copilot Chat como parceiro de revisão, não como substituto da documentação oficial. Peça que ele explique as diferenças e, em seguida, confronte a resposta com os diagramas e referências deste capítulo.

  1. Crie um exemplo empresarial único e mostre quem responde por cada camada em ambiente local, , e .
  2. Compare , privada, híbrida e e recomende uma opção para três organizações com restrições diferentes.
  3. Monte uma comparação financeira entre e para uma carga sazonal que migra para cobrança por consumo.

19. Glossário essencial

O glossário consolida os termos que aparecem em questões introdutórias do AZ-900 e em decisões reais de adoção da nuvem.

TermoDefinição
Entrega de serviços computacionais por rede, com provisionamento e consumo sob demanda.
Divisão das tarefas de segurança e operação entre provedor e cliente.
Infraestrutura como serviço; oferece recursos virtualizados e mantém mais administração com o cliente.
Plataforma como serviço; abstrai infraestrutura e sistema operacional para a aplicação.
Software como serviço; entrega uma aplicação pronta para uso.
Serviços de um provedor disponíveis a diferentes clientes.
Ambiente de nuvem dedicado a uma única organização.
Integração entre nuvens públicas e privadas.
Uso de serviços de dois ou mais provedores públicos.
Tecnologias de gerenciamento do para recursos distribuídos em ambientes híbridos e .
Serviço para executar cargas VMware em uma implantada no .
Despesa de capital aplicada à aquisição antecipada de ativos.
Despesa operacional recorrente associada ao uso de serviços.
Capacidade de aumentar ou reduzir recursos em resposta à demanda.

20. Referências oficiais

As referências abaixo apontam para Microsoft Learn e documentação oficial. Elas também servem para confirmar nomes de produtos e acompanhar mudanças posteriores à publicação deste capítulo.

  1. Descrever a — Microsoft Learn
  2. Guia de estudo do Exame AZ-900 — Microsoft Learn
  3. na nuvem —
  4. geral do
  5. Introdução à
  6. Conta gratuita do