Responsabilidades, controle, esforço operacional e casos de uso de infraestrutura, plataforma e software como serviço
Tempo de estudo sugerido: 34 minutos • Nível iniciante • Alinhado ao domínio de conceitos de nuvem do AZ-900
Por João Ricardo Dutra••Conteúdo autoral completo
1. Tipos de serviço de nuvem e objetivo do capítulo
Os tipos de serviço de nuvem descrevem como as responsabilidades são divididas entre cliente e provedor. A escolha determina a liberdade para configurar uma carga, quanto da infraestrutura a equipe precisa operar e a rapidez para entregar uma solução utilizável.
Objetivos de aprendizagem
Descrever , e .
Explicar como o limite de muda entre os três tipos.
Reconhecer controle, flexibilidade e esforço operacional de cada modelo.
Selecionar o tipo adequado para migração, desenvolvimento, análise, comunicação, produtividade e finanças.
Espectro de serviços de a e , com menos operação do cliente e mais gerenciamento pelo provedor.
Os modelos formam um contínuo, não uma classificação de qualidade. não é automaticamente melhor por oferecer mais controle, nem por ser mais simples. A escolha correta é a que ajusta o limite de responsabilidade à carga e à organização.
2. Controle, flexibilidade e
Todos os modelos mantêm . O provedor protege e mantém a base física do . O cliente continua responsável por seus dados, identidades, decisões de acesso e uso legítimo do serviço. As camadas intermediárias mudam de acordo com o tipo contratado.
Maior controle costuma trazer mais opções de configuração e mais trabalho operacional. Transferir controle ao provedor reduz aplicação de patches, manutenção da plataforma e engenharia de disponibilidade, mas o cliente ainda configura contas, permissões, tratamento de dados e as opções expostas pelo serviço.
Tendência das responsabilidades por tipo de serviço.
Tipo
Ênfase do cliente
Ênfase do provedor
Perfil operacional
Aplicativos, dados, runtime, sistema operacional e muitos controles de rede
Hosts físicos, rede do , instalações e conectividade
Máxima flexibilidade e maior operação do cliente
Código, dados, identidades e acesso
Infraestrutura, sistema operacional, , e ferramentas
Equilíbrio de controle e menor manutenção
Dados, usuários, identidade, acesso e postura de dispositivos
Infraestrutura, plataforma, aplicativo, atualizações e disponibilidade
Adoção rápida e mínima operação do cliente
Pilha comparando camadas gerenciadas pelo cliente e pelo provedor em , e .
3.
fornece infraestrutura computacional virtualizada e deixa a maioria das decisões da carga com o cliente. É semelhante a alugar capacidade de hardware em um de nuvem: o provedor opera o ambiente físico e o cliente decide como configurar e utilizar os recursos.
O provedor mantém servidores e armazenamento físicos, instalações, segurança física e conectividade com a Internet. O cliente instala, configura, corrige e mantém os sistemas operacionais convidados; configura redes virtuais; e gerencia bancos de dados, armazenamento lógico, runtimes, aplicativos e dados.
Escolher quando a carga exige acesso ao sistema operacional ou configuração especializada.
Planejar patches, backup, monitoramento, proteção de rede e recuperação.
Tratar flexibilidade como responsabilidade: toda camada configurável precisa de governança e manutenção.
Responsabilidade em : o cliente opera a carga e o provedor mantém a base física da nuvem.
4. Quando é uma boa escolha
Migração
Uma migração reproduz um ambiente semelhante ao local e transfere a carga com pouco redesenho. permite preservar sistemas operacionais, software e padrões de configuração enquanto a propriedade do hardware físico é substituída por infraestrutura de nuvem alugada.
Desenvolvimento e teste
também atende equipes que precisam reproduzir configurações existentes para desenvolvimento ou teste. Os ambientes podem ser criados e removidos rapidamente sem perder o controle do sistema operacional. Regras de desligamento e desalocação evitam que sistemas temporários gerem custos permanentes.
Quando não existe motivo para administrar sistemas operacionais ou , o controle adicional pode virar manutenção sem valor diferencial.
5.
ocupa o meio-termo entre alugar infraestrutura e consumir um aplicativo pronto. O provedor opera a infraestrutura física e também mantém sistema operacional, , ferramentas de desenvolvimento, e recursos de plataforma.
O cliente se concentra em código, dados, identidades e controles de acesso. Algumas configurações de rede e segurança continuam compartilhadas, conforme o serviço. elimina a necessidade de licenciar e aplicar patches no sistema operacional subjacente e frequentemente na plataforma de banco de dados.
Usar quando entregar ou modernizar o aplicativo importa mais do que administrar o sistema operacional.
Validar requisitos de runtime, linguagem, integração, rede e portabilidade.
Manter explícita a responsabilidade por código seguro, proteção de dados, identidade e configuração.
Responsabilidade em : o provedor gerencia infraestrutura e plataforma; o cliente se concentra em aplicativos e dados.
6. Desenvolvimento, análise e business intelligence com
Estrutura para desenvolvimento de aplicativos
oferece uma base pronta para criar ou personalizar aplicativos. Componentes internos podem fornecer escalabilidade, alta disponibilidade e suporte , reduzindo o código de infraestrutura que a equipe precisa desenvolver e operar.
Análise e business intelligence
Ferramentas analíticas fornecidas como plataforma permitem analisar e explorar dados, identificar padrões e prever resultados. As descobertas apoiam planejamento e decisões operacionais enquanto o provedor mantém a plataforma subjacente.
gera mais valor quando a arquitetura suportada combina com o aplicativo. Uma dependência herdada que exige controle irrestrito do sistema operacional pode precisar de como etapa de transição.
7.
entrega um aplicativo completo. Em vez de construir ou hospedar o produto, a organização assina ou utiliza um software já desenvolvido, implantado, atualizado e operado pelo provedor.
costuma oferecer menos flexibilidade de infraestrutura, mas é o modelo mais rápido de adotar e exige menos conhecimento de plataforma. O provedor gerencia quase toda a pilha; o cliente administra usuários, dados, identidades, acesso e a postura dos dispositivos conectados.
Responsabilidade em : o provedor gerencia o aplicativo completo e o cliente gerencia dados e acesso.
8. Cenários comuns de
é adequado quando o negócio precisa de uma capacidade padronizada, não de uma plataforma personalizada. Exemplos comuns incluem email e mensagens, aplicativos de produtividade, colaboração e conectividade, além de controle financeiro ou de despesas.
Com um aplicativo de colaboração hospedado, a equipe se concentra em integrar usuários, atribuir permissões e governar informações. O provedor cuida de infraestrutura, patches da plataforma, atualizações do aplicativo e disponibilidade subjacente.
Preferir quando o produto disponível atende ao processo sem extensa engenharia personalizada.
Avaliar localização dos dados, integração, identidade, conformidade, exportação e retenção.
Não confundir software gerenciado pelo provedor com dados de negócio ou decisões de acesso gerenciados pelo provedor.
9. Comparação entre , e
Comparação prática dos tipos de serviço.
Fator
O que é consumido
Infraestrutura virtualizada
Plataforma de aplicativos gerenciada
Aplicativo pronto
Controle do cliente
Máximo
Concentrado em código e dados
Concentrado em configuração e uso
Manutenção do cliente
Do sistema operacional ao aplicativo
Aplicativo e dados
Usuários, dados, acesso e dispositivos
Velocidade para gerar valor
Depende de construção e administração
Rápida para entregar aplicativos
Mais rápida para capacidade padronizada
Pista decisiva
ou controle do sistema operacional
Criar sem manter a plataforma
Usar um aplicativo empresarial pronto
Ao avançar de para e , normalmente diminuem a operação e o controle direto do cliente. Decisões de arquitetura, segurança, governança e custos não desaparecem; muda onde elas são tomadas.
Guia para escolher , ou conforme controle do sistema operacional, desenvolvimento de aplicativos ou uso de software pronto.
10. Método para escolher o tipo de serviço
Comece pelo resultado de negócio e identifique a camada mais baixa que realmente precisa ficar sob controle do cliente. Controle desnecessário cria manutenção; controle insuficiente pode impedir requisitos técnicos ou regulatórios.
Existe um aplicativo pronto que atende ao processo e à governança? Considere .
A equipe precisa criar um aplicativo, mas não administrar o sistema operacional? Considere .
A carga exige acesso ao sistema operacional, runtime especializado ou migração com poucas alterações? Considere .
Registre quem corrige, monitora, protege, escala, faz backup e recupera cada camada.
Reavalie o modelo com a evolução da carga: uma migração pode começar em e depois adotar plataformas ou softwares gerenciados.
11. Revisão de cenários e conhecimento
Avaliação parafraseada com respostas explicadas.
Cenário
Resposta
Motivo
Uma carga local precisa migrar rapidamente, preservando sistema operacional e configuração.
exige controle de infraestrutura e reduz o redesenho imediato.
Funcionários precisam de um aplicativo pronto para finanças e despesas.
A organização consome um aplicativo de negócio completo.
Desenvolvedores precisam de runtimes gerenciados, escala interna e nenhum de sistema operacional.
O provedor opera a plataforma e a equipe se concentra em código e dados.
Testes precisam reproduzir uma imagem de servidor personalizada e removê-la após cada ciclo.
A equipe precisa de controle do sistema operacional e infraestrutura descartável.
Analistas precisam de uma plataforma gerenciada para encontrar padrões e prever resultados.
A análise é fornecida sem a equipe operar a plataforma subjacente.
12. Síntese do capítulo
fornece infraestrutura e máxima liberdade de configuração. O provedor mantém a base física; o cliente opera o e a maior parte da carga. e ambientes controlados de desenvolvimento são usos frequentes.
fornece uma plataforma gerenciada. O provedor mantém sistemas operacionais, , ferramentas e runtimes; o cliente se concentra em aplicativos e dados. Desenvolvimento, análise e business intelligence são usos frequentes.
fornece um aplicativo completo. Reduz operações e acelera a adoção, enquanto o cliente controla usuários, dados, identidades, permissões e dispositivos. Email, produtividade, colaboração, finanças e despesas são usos frequentes.
Mais controle do cliente significa mais responsabilidade do cliente.
O gerenciamento pelo provedor reduz manutenção, mas não elimina a responsabilidade por dados e acesso.
O tipo de serviço é escolhido pelos requisitos da carga, não por uma preferência universal.
13. Explore com o Copilot Chat
Use o Copilot Chat para praticar compensações e valide a resposta com a matriz e as referências oficiais.
Para um portfólio de aplicativos, escolha , ou para cada carga e explique as responsabilidades.
Mostre como patches, segurança, escala e recuperação mudam ao passar de para .
Crie um questionário curto de cenários e explique por que cada modelo é adequado.
14. Glossário essencial
Termos principais deste objetivo do AZ-900.
Termo
Definição
Modelo que fornece infraestrutura virtualizada e deixa a maioria das camadas da carga com o cliente.
Modelo que fornece uma plataforma gerenciada para o cliente se concentrar em código e dados.
Modelo que entrega um aplicativo completo operado pelo provedor.
Divisão da segurança, manutenção e operação entre provedor e cliente.
Sistema operacional dentro de uma máquina virtual gerenciada pelo cliente.
Serviços de software entre o sistema operacional e o código do aplicativo.
Ambiente operado pelo provedor para executar código do aplicativo.
Migração de uma carga com pouco redesenho para infraestrutura semelhante na nuvem.
Arquitetura em que um serviço atende vários clientes com isolamento.
Condição de segurança e conformidade do dispositivo que acessa o serviço.
15. Referências oficiais
Estas páginas do Microsoft Learn confirmam objetivos, limites de responsabilidade, cenários e terminologia.